O regime, que Chico Buarque e outros "artistas e intelectuais" da cena brasileira apoiam, revela mais uma vez a sua face hedionda.
O regime castrista prendeu, sem emitir sequer uma acusação formal, o artista cubano conhecido como El Sexto. Motivo da prisão: depois da morte de Fidel, ele pichou em alguns muros a frase "se fué".
Isso bastou para a policia política invadir sua casa e o levar, sem mandado e sem acusação, para um complexo penitenciário onde está trancafiado sem a assistência de um advogado.
Direitos humanos? Direito ao devido processo legal? Isso são firulas burguesas, que são necessárias nos regimes burgueses, injustos por natureza! No regime castrista, puro e perfeito, isso não é necessário, pois o regime está sempre certo no que faz.
O absurdo de um regime desses é que sequer ofensiva essa frase poderia ser considerada. Mas os regimes totalitários não podem deixar escapar nenhuma brecha na liberdade de expressão. O que um regime totalitário mais teme é a mente livre e a livre expressão do pensamento. Isso é um veneno para eles, veneno que mata o seu "modus operandi", pois eles só podem prosperar mediante a lavagem cerebral das massas. que oprimem.
É por isso que todos as ditaduras prezam tanto a doutrinação, a catequese, a uniformização do pensamento, que é o que eles fazem nos países onde conseguem impor um regime autoritário. E, mesmo nos países, onde são obrigados a aderir às regras democráticas, procuram criar uma casta de seguidores descerebrados. E usam todos os meios possíveis para essa catequese, especializando-se em conquistar os corações e mentes das classes formadoras de opinião: os professores, os intelectuais e os artistas.
No Brasil essa classe há muito está catequizada e já não tem pensamento ou opinião própria e é por isso que, diante de fatos como esse, eles se manifestam por um silêncio "ensudercedor".
Alguém terá escutado um pio da Marilena Chauí? Do ex-frei Leonardo Boff? De Chico Buarque, Caetano, Gil e outros "artistas"? Será que George Duvivier vai fazer uma sátira no youtube com a polícia de Raul Castro? Vladimir Safatle e Jânio de Freitas vão protestar em suas colunas na Folha? Tal como Sartre e Simone de Beauvoir, que defenderam o stalinismo e o maoísmo, os chamados intelectuais daqui são partidários da liberdade de expressão condicional, ou seja, só pode ser livre para expressar o pensamento quem for a favor da sua ideologia.
Para os crimes cometidos pelos ditadores de esquerda contra os direitos humanos eles são completamente cegos, surdos e mudos. A cegueira intelectual é proposital! Seguem os passos de Sartre, o filósofo da canalhice intelectual,que os ensinou: "Nós podemos ficar indignados ou horrorizados diante da existência desses campos [de concentração soviéticos]; nós podemos até ficar obcecados por eles, mas por que eles deveriam nos constranger?" E, referindo-se ao maoísmo: "Um regime revolucionário deve descartar um certo número de indivíduos que o ameaçam, e não vejo outro meio para isso, a não ser a morte. Sair de uma prisão sempre é possível."
É isso aí, Chico Buarque!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
O morto-mór de 2016
David Bowie, Carrie Fischer, Humberto Eco, George Martin, Ettore Scola, Muhammad Ali, Prince, Michael Cimino, Elie Wiezel, Tunga, Tereza Rachel, Ferreira Gullar, Naum Alves de Souza, Edward Albee, Elke Maravilha, Cauby Peixoto, Sábato Magaldi, Pierre Barouh, Billy Paul, Hector Babenco, Andrzej Wajda, Abbas Kiarostami, Gene Wilder, Flávio Gikovate, D. Paulo Evaristo Arns, Ivo Pitanguy, George Michael... e agora Debbie Reynolds. A lista é grande! Foram muitas personalidades importantes na cultura, nas artes e na ciência, que ficaram para sempre em 2016. O mundo ficou mais triste e mais burro sem eles!
A lista é ainda incompleta sem os nomes dos jogadores, técnico, jornalistas e dirigentes do Chapecoense, aquela lamentável morte coletiva que entristeceu todo o Brasil.
Podemos também incluir na lista um outro tipo de mortos: aqueles que estão fisicamente entre nós, mas é como se estivessem já no além, devido à irrelevância em que se tornaram. Em 2016 ficou claro que eles pareciam habitar nosso mundo, mas realmente habitavam um outro, paralelo, o submundo do crime organizado. Entre todos, se destacam os fantasmas de Dilma Rousseff, Eduardo Cunha, Lula, Sérgio Cabral e Renan Calheiros que já está com um pé na cova. E, por falar em morto-vivo e fantasma, onde é que anda mesmo o Aloísio Mercadante? Esse está se fingindo de morto para que a Lava Jato não se lembre dele.
Mas um parágrafo especial deve ser reservado sobretudo para o morto-mór de 2016, aquele que já devia ter ido para o quinto dos infernos há muito tempo, mas parece que nem o capeta o queria. É o inefável ditador daquela pobre ilha do Caribe, que se intitulava El Comandante e que não titubeou em matar, pura e simplesmente, seus opositores políticos, mas que foi bafejado e adulado não só pelos mortos-vivos citados acima, mas também por toda uma classe terceiro-mundista deslumbrada que se intitula intelectual.
Custou mas foi. Se lamentamos a morte de tanta gente importante que, enquanto viveu, fez o mundo melhor, o ano de 2016 teve pelo menos isso de bom, levou finalmente um dos últimos dinossauros de uma ideologia que desgraçou um século inteiro.
A lista é ainda incompleta sem os nomes dos jogadores, técnico, jornalistas e dirigentes do Chapecoense, aquela lamentável morte coletiva que entristeceu todo o Brasil.
Podemos também incluir na lista um outro tipo de mortos: aqueles que estão fisicamente entre nós, mas é como se estivessem já no além, devido à irrelevância em que se tornaram. Em 2016 ficou claro que eles pareciam habitar nosso mundo, mas realmente habitavam um outro, paralelo, o submundo do crime organizado. Entre todos, se destacam os fantasmas de Dilma Rousseff, Eduardo Cunha, Lula, Sérgio Cabral e Renan Calheiros que já está com um pé na cova. E, por falar em morto-vivo e fantasma, onde é que anda mesmo o Aloísio Mercadante? Esse está se fingindo de morto para que a Lava Jato não se lembre dele.
Mas um parágrafo especial deve ser reservado sobretudo para o morto-mór de 2016, aquele que já devia ter ido para o quinto dos infernos há muito tempo, mas parece que nem o capeta o queria. É o inefável ditador daquela pobre ilha do Caribe, que se intitulava El Comandante e que não titubeou em matar, pura e simplesmente, seus opositores políticos, mas que foi bafejado e adulado não só pelos mortos-vivos citados acima, mas também por toda uma classe terceiro-mundista deslumbrada que se intitula intelectual.
Custou mas foi. Se lamentamos a morte de tanta gente importante que, enquanto viveu, fez o mundo melhor, o ano de 2016 teve pelo menos isso de bom, levou finalmente um dos últimos dinossauros de uma ideologia que desgraçou um século inteiro.
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
2016, Ano da Redenção
Como será que vai ficar conhecido esse ano de 2016? Penso que na história do Brasil nunca houve um ano tão sobrecarregado de acontecimentos notáveis.
Foi um ano em que aconteceu tanta coisa que até parece que os Jogos Olímpicos ocorreram uns 3 anos atrás. Pois 2016 foi o ano da primeira e única Olimpíada na América do Sul! Foi um ano em que o Brasil ganhou uma espetacular medalha de ouro no salto com vara e várias e inesperadas medalhas no remo.
Mas foi também o ano em que se revelou ao país estupefacto, que aqui se sediava uma organização criminosa, responsável pelo maior crime de corrupção da história da humanidade. E, pior! Essa organização era comandada pelos líderes políticos dos partidos que estavam no poder, em outras palavras, a OrCrim era comandada pelo próprio presidente da República!
Foi o ano em que figurões poderosos, políticos e do meio empresarial, se viram trancafiados nas celas e submetidos à Lei, como qualquer outro cidadão que tenha cometido crime, coisa com a qual não estavam acostumados. Foi o ano do protagonismo do Ministério Público, que a gente nem sabia que existia, e do poder Judiciário de primeira instância. Foi o ano do juiz Sérgio Moro, herói nacional!
E foi também o ano em que a Suprema Corte do país se revelou uma vergonha pública, uma corte inútil, que sequer defende a Constituição e então não serve para nada! Uma corte que aceita conchavos, que faz conchavos, como se fosse um partidinho qualquer. Uma Suprema Corte do passado de um país atrasado, agarrada a um juridiquês ridículo e a ritos processuais antiquados e anacrônicos, que se posta de costas, não só para a sociedade, mas de costas para os usos e costumes dos novos tempos. Estamos no século 21 e o STF ainda não saiu do 19.
Foi o ano do impeachment, porque não poderia ter sido diferente, mas foi o ano da crise econômica mais profunda de nossa história em consequência do governo criminoso que acabou por cair pela vontade do povo. Foi o ano em que a povo brasileiro se fez ouvir no Planalto.
Foi o ano em que o presidente da Câmara foi deposto pelo Supremo e o presidente do Senado desafiou a ordem de deposição do mesmo Supremo e ficou por isso mesmo.
Foi o ano da delação das delaçoes! Poderíamos dizer que foi o ano da Odebrecht, mas prefiro pensar que 2016 tenha sido o ano da redenção do povo brasileiro como dono de seu destino. E o ano em que começamos a pôr nas grades todos esses canalhas, ladrões, traidores da pátria, que nos exploraram por tanto tempo. Que venha 2017 e a continuação dessa limpeza!
Foi um ano em que aconteceu tanta coisa que até parece que os Jogos Olímpicos ocorreram uns 3 anos atrás. Pois 2016 foi o ano da primeira e única Olimpíada na América do Sul! Foi um ano em que o Brasil ganhou uma espetacular medalha de ouro no salto com vara e várias e inesperadas medalhas no remo.
Mas foi também o ano em que se revelou ao país estupefacto, que aqui se sediava uma organização criminosa, responsável pelo maior crime de corrupção da história da humanidade. E, pior! Essa organização era comandada pelos líderes políticos dos partidos que estavam no poder, em outras palavras, a OrCrim era comandada pelo próprio presidente da República!
Foi o ano em que figurões poderosos, políticos e do meio empresarial, se viram trancafiados nas celas e submetidos à Lei, como qualquer outro cidadão que tenha cometido crime, coisa com a qual não estavam acostumados. Foi o ano do protagonismo do Ministério Público, que a gente nem sabia que existia, e do poder Judiciário de primeira instância. Foi o ano do juiz Sérgio Moro, herói nacional!
E foi também o ano em que a Suprema Corte do país se revelou uma vergonha pública, uma corte inútil, que sequer defende a Constituição e então não serve para nada! Uma corte que aceita conchavos, que faz conchavos, como se fosse um partidinho qualquer. Uma Suprema Corte do passado de um país atrasado, agarrada a um juridiquês ridículo e a ritos processuais antiquados e anacrônicos, que se posta de costas, não só para a sociedade, mas de costas para os usos e costumes dos novos tempos. Estamos no século 21 e o STF ainda não saiu do 19.
Foi o ano do impeachment, porque não poderia ter sido diferente, mas foi o ano da crise econômica mais profunda de nossa história em consequência do governo criminoso que acabou por cair pela vontade do povo. Foi o ano em que a povo brasileiro se fez ouvir no Planalto.
Foi o ano em que o presidente da Câmara foi deposto pelo Supremo e o presidente do Senado desafiou a ordem de deposição do mesmo Supremo e ficou por isso mesmo.
Foi o ano da delação das delaçoes! Poderíamos dizer que foi o ano da Odebrecht, mas prefiro pensar que 2016 tenha sido o ano da redenção do povo brasileiro como dono de seu destino. E o ano em que começamos a pôr nas grades todos esses canalhas, ladrões, traidores da pátria, que nos exploraram por tanto tempo. Que venha 2017 e a continuação dessa limpeza!
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