quinta-feira, 30 de abril de 2026

Lula subiu no telhado

Lula, o sindicalista esperto, com jogo de cintura, papo populista de cima de caminhão, não é mais aquele. 
Claramente, seu último governo é o pior de todos, como se fosse possível ser pior que o governo do Mensalão e da Lava Jato.

Além de agora trazer a tiracolo uma primeira dama de quinta categoria, que mais o atrapalha que ajuda, imiscuindo-se nas áreas onde não tem competência alguma, Lula dá claros  sinais de desgaste físico, mental e político. 
Já não controla mais o centrão e só pode contar com o apoio das velhas bases históricas, que o acompanham desde os tempos das atividades sindicais em porta de fábrica, quando não estava tomando uísque com os patrões na Paulista, longe dos olhos de seus eleitores, é claro!

Na verdade, nem esse Lula existiu. Foi uma construção, que satisfez os pruridos de uma classe "intelectual" que se sentia culpada por ser o que era, em um país de analfabetos. Exemplo clássico dessa culpa, foi Paulo Freire.
Esse Lula, conseguiu arregimentar uma classe média que já não acreditava no "sistema" e procurava uma nova liderança. O PT, na época,  aparecia como vestal na política, justamente porque ainda não tinha tido a chance de se locupletar também. O que se viu depois, foi o que se viu.

Lulinha Paz e Amor, surfou nessa onda até que as entranhas começaram a ser expostas. Ainda assim, conseguiu um terceiro mandato à base de uma interferência do judiciário, quiçá, até mesmo  no resultado das eleições. E aí, pairam dúvidas... As urnas eletrônicas brasileiras são, por definição dos seus criadores,  o único sistema de informática inexpugnável no mundo. E, se forem questionadas, isso pode dar cadeia.

Pois bem, quem garante então que em 2026 não se repetirá essa façanha? As coisas mudaram. O centrão já não mais apoia o governo. Xandão está com as vísceras expostas. E o próprio Lula não consegue mais atingir as massas com seu discurso monocórdio e ultrapassado.

Como ele é esperto, se já não estiver com problemas de cognição, perceberá que não vale a pena disputar uma eleição que, fatalmente, perderá. Assistimos então a esse velório em vida de um governo, cujo mandato acabou sem nem mesmo  ter começado.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Olha o caos chegando!

 Eu queria colocar aqui uma preocupação: as próximas eleições serão um marco decisivo na nossa história. Ou vamos para totalmente para a esquerda ou para a direita. São duas visões opostas e conflitantes de mundo e de valores. A questão que se põe é que a esquerda já tem seu candidato, que está fazendo campanha desde sempre, mas a direita está completamente dividida. Eu, particularmente, acho que os filhos do Bolsonaro são desagregadores. Tem que ser o que eles querem, do jeito que eles querem e não é assim que se faz política. Política é a arte de encontrar um denominador comum, cada um tem que ceder um pouco, tem que pôr de lado a vaidade ou as vantagens pessoais. Se nós, da direita, continuarmos assim, mais uma vez o PT ganha as eleições e - podem escrever - o país será destruído. Iremos, aos pouco, nos tornar uma Venezuela.

A direita precisa encontrar um nome que tenha chances de ganhar, com índice de rejeição baixo, e se unir em torno desse nome. Para mim, a chapa ideal seria Tarcísio e Michelle. Se os filhos forem altruístas e estiverem realmente pensando no país, retirariam a candidatura do Flávio e apoiariam essa chapa. Para isso acontecer, é preciso que os bolsonaristas façam pressão, decidam apoiar publicamente o Tarcísio. Se não, preparemo-nos para o caos.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Liberdade, ainda que Utopia


Regimes totalitários são visceralmente contra a livre informação. Por quê? Porque a livre informação produz livres pensadores. Ora, totalitarismo e liberdade obviamente não coexistem, pois são coisas mutuamente excludentes. Do mesmo modo, totalitarismo e livre informação também não podem coexistir. Por outro lado, não existe produção e circulação de conhecimento sem livre informação. Em decorrência, a gênese de conhecimento fica comprometida sob o totalitarismo, qualquer que seja ele. É por isso que em um ambiente de cultura e de ciência, tal como nas melhores universidades do mundo, a liberdade de comportamento e de opinião é a regra e o direito à contestação e ao contraditório é considerado sagrado.

 Tudo o que leva a um maior conhecimento, leva a uma maior liberdade e vice-versa. E o totalitarismo (seja político, religioso, ou de qualquer tipo) ao impedir um, impede o outro. O que é triste é que esse totalitarismo insidioso, infiltra-se hoje em todos os domínios. Até a universidade, antigo templo do saber, está a se transformar em uma máquina caça-níquel (pelo menos no Brasil), que finje que ensina aos alunos bestificados, que finjem que aprendem. 

Ó gerações de autômatos, zumbis, que seguem, "felizes" o Grande Irmão, acordem! Há um outro modo possível de vida! Vocês são os modernos escravos, criados, preparados e domados para dar ao Grande Irmão todos os dólares que ele avidamente necessita e dos quais nunca se sacia. Suas mentes foram programadas para não pensar, para fazer o que querem que vocês façam, a fim de satisfazer seus donos sem questionamentos. O que vocês produzem e, guiados pela propaganda, consomem, é apenas a ilusão que o Grande Irmão lhes apresenta e que vocês crêem ser o ideal de vida. 

No entanto, ao abrirmos mão da liberdade, estamos a abrir mão da própria alma. E estamos a abrir mão da própria felicidade, que é um estado de totalidade, de plenitude, de inteireza, de integração do Ser. Ao cedermos ao totalitarismo, deixamos de ser totais nós mesmos. Cedemos nossa alma, nossa energia, nossa libido, nossa vontade, ao "status quo" que nos oprime e tentamos depois, desesperadamente, preencher esse vazio que ficou, com as coisas efêmeras que nos são oferecidas por empréstimo ou esmola. Da mesa do banquete dos donos desse mundo é que caem as migalhas, na pretensão, não de satisfazer, mas de aquietar.

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