quinta-feira, 7 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Petrus Romanus
Dando crédito às profecias atribuídas a S.Malaquias, o próximo e último papa será Petrus Romanus.
Com esse nome não faltam "papabili", desde D. Odilo Pedro Scherer, o bem cotado arcebispo de S.Paulo, a D. Péter Erdö, arcebispo de Budapeste, também bem cotado, passando pelo africano Peter Turkson, outro com elevada cotação no "ranking". Todos são Petrus.
Para não esquecer ninguém, há ainda D. Jean-Louis Pierre Tauran e D. Jean-Pierre Ricard, arcebispo de Bordeaux.
Dizem que, no conclave, "quem entra papa, sai cardeal", portanto pode ser que nenhum deles seja o escolhido pelo Espírito Santo. Aliás, sendo Deus e onisciente, o Espírito Santo já sabe quem será o escolhido, falta só informar isso aos cardeais-eleitores.
A Igreja Católica é como os mineiros, na definição de Millôr: "nunca é o que parece, sobretudo quando parece o que é". Não se pode subestimar a capacidade de articulação e a matreirice desses senhores, cuja soma das idades supera em quatro vezes o tempo de existência da própria Igreja. Podem até disputar prestígio e poder entre si, como disputam, mas na hora "H" eles se unem em uma corporação unida e uniforme, que se mostra monolítica extra-muros.
Gostemos ou não da Igreja, é forçoso reconhecer a importância de seu papel especialmente para o ocidente. A Igreja é constituída de homens e errou (e ainda erra) muito, mas teve um papel inestimável no processo civilizatório, na educação dos povos, na preservação do patrimônio artístico e cultural da Antiguidade clássica. Nenhuma outra organização humana durou tanto tempo, nem sequer exerceu um papel tão preponderante nas mentes e nos corações dos homens. E o Papa, seja quem for, é uma personagem política cujo papel moderador e pacifista tem ajudado a aproximar contrários, como por exemplo, no caso da intermediação entre o ocidente e o Islã.
Entretanto a maior dificuldade do próximo Papa estará dentro da própria organização religiosa. A resistência às mudanças já derrubou mais de um Pontífice, mas o enfrentamento dessas questões é cada vez mais necessário. Ou a Igreja acaba com a corrupção (financeira e de costumes) ou a corrupção acaba com a Igreja. Será que S. Malaquias estava certo?
Com esse nome não faltam "papabili", desde D. Odilo Pedro Scherer, o bem cotado arcebispo de S.Paulo, a D. Péter Erdö, arcebispo de Budapeste, também bem cotado, passando pelo africano Peter Turkson, outro com elevada cotação no "ranking". Todos são Petrus.
Para não esquecer ninguém, há ainda D. Jean-Louis Pierre Tauran e D. Jean-Pierre Ricard, arcebispo de Bordeaux.
Dizem que, no conclave, "quem entra papa, sai cardeal", portanto pode ser que nenhum deles seja o escolhido pelo Espírito Santo. Aliás, sendo Deus e onisciente, o Espírito Santo já sabe quem será o escolhido, falta só informar isso aos cardeais-eleitores.
A Igreja Católica é como os mineiros, na definição de Millôr: "nunca é o que parece, sobretudo quando parece o que é". Não se pode subestimar a capacidade de articulação e a matreirice desses senhores, cuja soma das idades supera em quatro vezes o tempo de existência da própria Igreja. Podem até disputar prestígio e poder entre si, como disputam, mas na hora "H" eles se unem em uma corporação unida e uniforme, que se mostra monolítica extra-muros.
Gostemos ou não da Igreja, é forçoso reconhecer a importância de seu papel especialmente para o ocidente. A Igreja é constituída de homens e errou (e ainda erra) muito, mas teve um papel inestimável no processo civilizatório, na educação dos povos, na preservação do patrimônio artístico e cultural da Antiguidade clássica. Nenhuma outra organização humana durou tanto tempo, nem sequer exerceu um papel tão preponderante nas mentes e nos corações dos homens. E o Papa, seja quem for, é uma personagem política cujo papel moderador e pacifista tem ajudado a aproximar contrários, como por exemplo, no caso da intermediação entre o ocidente e o Islã.
Entretanto a maior dificuldade do próximo Papa estará dentro da própria organização religiosa. A resistência às mudanças já derrubou mais de um Pontífice, mas o enfrentamento dessas questões é cada vez mais necessário. Ou a Igreja acaba com a corrupção (financeira e de costumes) ou a corrupção acaba com a Igreja. Será que S. Malaquias estava certo?
Respeito ao Supremo!
Pelo menos uma vez por semana, algum dos condenados na Ação Penal 470 (Mensalão) vem a público desancar o Supremo ou o seu presidente. Como as coisas são muito lentas na Justiça, ao invés de estarem trancafiados cumprindo suas penas, ainda estão soltos por aí prontos a dizer besteiras ao primeiro jornalista que aparece. Isso é uma situação desabonadora para a nossa República. As instituições já não tem muita tradição, não são muito respeitadas ou mesmo conhecidas pelo povo, que não espera muito delas. Aí vem um deputado, ou um senador, que deveriam, em função do cargo, dar um exemplo de respeito e acatamento, fazer exatamente o contrário! Isso deveria merecer alguma sanção. Atacar o Supremo, ou seu presidente, nesses termos (João Paulo chamou o ministro Joaquim Barbosa de irresponsável) teria consequências negativas para o irresponsável atacante, fosse o Brasil uma República que se desse ao respeito.
Infelizmente vamos ter que continuar a conviver com essas provocações até que os senhores ministros se dêem ao trabalho de concluir suas tarefas. Que isso sirva de lição à nossa Suprema Corte em casos futuros. Não basta julgar e condenar quando necessário. É preciso executar a pena, caso contrário estará sujeita ao descrédito por parte dos cidadãos e ao desrespeito por parte dos condenados.
Infelizmente vamos ter que continuar a conviver com essas provocações até que os senhores ministros se dêem ao trabalho de concluir suas tarefas. Que isso sirva de lição à nossa Suprema Corte em casos futuros. Não basta julgar e condenar quando necessário. É preciso executar a pena, caso contrário estará sujeita ao descrédito por parte dos cidadãos e ao desrespeito por parte dos condenados.
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