Acabou! O ministro Celso de Mello acabou de enterrar na mais profunda lama o Supremo Tribunal Federal e as nossas esperanças de uma nação melhor. Agora nada mais segura essa gente. Já dominam a suprema corte do país e vão fazer o que quiserem. Logo, logo, seremos uma outra Venezuela. Vamos passar por mais um período negro da nossa história.
Delúbio Soares disse que um dia essa história seria contada como piada de salão. Vejam a que ponto chegamos: Delúbio é o nosso profeta! Bye, bye, Brasil.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
O buraco da fechadura é mais embaixo.
Dilma está de mal com Obama. Fez beicinho, bateu o pé e agora vai cancelar a visita aos States. Bem feito, Obama, quem mandou espionar os emails dela! Agora ela não brinca mais.
Até parece que a novata não sabia que na política internacional a espionagem é uma ferramenta de trabalho. Aliás, espionar é uma das atividades humanas mais praticadas desde que se inventou o buraco da fechadura.
Todo mundo espiona todo mundo. Só a Dilma, novata que é, repito, no mundo da grande política, pensava estar imune a isso. Ou fingia pensar.
O que não se entende é o grau exagerado de indignação. Uma nota diplomática de repúdio bastaria para encerrar o assunto, não? Será preciso transformar esse fato num caso de Estado, a ponto de cancelar a visita presidencial? Quando o governo Evo Morales mandou inspecionar o avião onde estava o chanceler brasileiro não se viu um pio nem da presidenta, nem do Itamaraty e isso parece ser um problema muito mais grave que a tal espionagem da NSA pela internet, que acontece todos os dias, no mundo inteiro e todos sabem disso.
Além de ser uma criação de caso desproporcional, essa atitude não levará a efeito prático algum, pois os Estados Unidos e outros países vão continuar a fazer o que sempre fizeram. O buraco dessa fechadura é muito mais em baixo do que pensa esse governo calouro do Brasil.
O efeito prático que poderá ter o cancelamento da visita é até contrário aos nossos interesses, ou alguém, em sã consciência pensa que romper relações com os Estados Unidos é bom para o Brasil?
O que se vê nesse triste governo Dilma é que a cada passo, caímos mais no terceiro-mundismo ressentido e com complexo de vira-latas. Quem muito tem que reafirmar sua autonomia e soberania é porque no fundo, no fundo, não acredita nelas. Quando é que o Brasil vai crescer?
Até parece que a novata não sabia que na política internacional a espionagem é uma ferramenta de trabalho. Aliás, espionar é uma das atividades humanas mais praticadas desde que se inventou o buraco da fechadura.
Todo mundo espiona todo mundo. Só a Dilma, novata que é, repito, no mundo da grande política, pensava estar imune a isso. Ou fingia pensar.
O que não se entende é o grau exagerado de indignação. Uma nota diplomática de repúdio bastaria para encerrar o assunto, não? Será preciso transformar esse fato num caso de Estado, a ponto de cancelar a visita presidencial? Quando o governo Evo Morales mandou inspecionar o avião onde estava o chanceler brasileiro não se viu um pio nem da presidenta, nem do Itamaraty e isso parece ser um problema muito mais grave que a tal espionagem da NSA pela internet, que acontece todos os dias, no mundo inteiro e todos sabem disso.
Além de ser uma criação de caso desproporcional, essa atitude não levará a efeito prático algum, pois os Estados Unidos e outros países vão continuar a fazer o que sempre fizeram. O buraco dessa fechadura é muito mais em baixo do que pensa esse governo calouro do Brasil.
O efeito prático que poderá ter o cancelamento da visita é até contrário aos nossos interesses, ou alguém, em sã consciência pensa que romper relações com os Estados Unidos é bom para o Brasil?
O que se vê nesse triste governo Dilma é que a cada passo, caímos mais no terceiro-mundismo ressentido e com complexo de vira-latas. Quem muito tem que reafirmar sua autonomia e soberania é porque no fundo, no fundo, não acredita nelas. Quando é que o Brasil vai crescer?
sábado, 14 de setembro de 2013
Que responsabilidade!
Marco Aurélio, um filósofo estóico, virtuoso, ético, é considerado um dos melhores imperadores que Roma já teve. Ontem o ministro Marco Aurélio também foi brilhante. Talvez nos seus 34 anos de judicatura não lhe tenha sido dado um momento histórico mais relevante que aquele. No final de seu voto, que não levou por escrito e que sustentou oralmente sem nem consultar seu computador, fechou-o com chave de ouro ao dizer que "o Supremo cresceu em um momento de descrédito das instituições e está agora também a um passo, a um voto, do descrédito. Que responsabilidade, hein, ministro Celso de Mello! "
Não foi preciso dizer mais nada. Com essa frase, o nosso Marco Aurélio sintetizou o que estará nas mãos, no coração e na mente do ministro Celso de Mello. Seu voto, decisivo, dirá ao Brasil em que direção vamos caminhar, se em direção ao futuro, começando por terminar de vez com o assalto ao Estado, ou em direção ao passado, do qual tentamos, mas não conseguimos, nos afastar. Um passado que é de atraso, de coronelismo, de apropriação indevida do Estado por uma elite arcaica, de falta de cidadania, de falta de liberdades democráticas. Estamos vivendo nesse passado desde os tempos da colônia. Tivemos alguns espasmos de modernidade que foram logo sufocados por uma elite que só pensa na manutenção dos seus privilégios. É essa a elite que está, mais uma vez, encastoada no poder com o beneplácito de quem dizia lutar contra ela. É a elite contra a qual Lula vociferava, mas da qual se aproximou como um cãozinho abanando o rabo tão logo teve a oportunidade de receber uns afagos. É essa elite, representada por José Sarney e sua filha Roseana, por Renan Calheiros, por Fernando Collor, por Paulo Maluf, e por muitos outros que nem convém nomear, que sairá vitoriosa, dependendo do voto do ministro Celso de Mello.
Esse ministro já deu votos memoráveis e históricos, no decorrer do julgamento do mensalão. Não creio que nos decepcionará.
E o ministro Marco Aurélio, teve a chance da grandeza e não a desperdiçou, ao contrário, soube se valer do momento para entrar definitivamente para a história do Supremo e da nação brasileira.
Não foi preciso dizer mais nada. Com essa frase, o nosso Marco Aurélio sintetizou o que estará nas mãos, no coração e na mente do ministro Celso de Mello. Seu voto, decisivo, dirá ao Brasil em que direção vamos caminhar, se em direção ao futuro, começando por terminar de vez com o assalto ao Estado, ou em direção ao passado, do qual tentamos, mas não conseguimos, nos afastar. Um passado que é de atraso, de coronelismo, de apropriação indevida do Estado por uma elite arcaica, de falta de cidadania, de falta de liberdades democráticas. Estamos vivendo nesse passado desde os tempos da colônia. Tivemos alguns espasmos de modernidade que foram logo sufocados por uma elite que só pensa na manutenção dos seus privilégios. É essa a elite que está, mais uma vez, encastoada no poder com o beneplácito de quem dizia lutar contra ela. É a elite contra a qual Lula vociferava, mas da qual se aproximou como um cãozinho abanando o rabo tão logo teve a oportunidade de receber uns afagos. É essa elite, representada por José Sarney e sua filha Roseana, por Renan Calheiros, por Fernando Collor, por Paulo Maluf, e por muitos outros que nem convém nomear, que sairá vitoriosa, dependendo do voto do ministro Celso de Mello.
Esse ministro já deu votos memoráveis e históricos, no decorrer do julgamento do mensalão. Não creio que nos decepcionará.
E o ministro Marco Aurélio, teve a chance da grandeza e não a desperdiçou, ao contrário, soube se valer do momento para entrar definitivamente para a história do Supremo e da nação brasileira.
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