Uma família rica de judeus austríacos de nome Frankenberger teve uma empregada de origem alemã, chamada Maria Schiklgruber que engravidou, solteira, aos 42 anos, supostamente do filho de seu patrão. Esse filho, registrado como Alois Schiklgruber (o sobrenome da mãe) mais tarde mudou o nome para o do padastro, Hiedler, e registrou seus filhos com o sobrenome Hitler. Um de seus filhos foi o famigerado Adolf Hitler.
Uma outra família rica de judeus da Prússia de nome Mordechai abandonou o judaísmo e converteu-se ao luteranismo por questões de aceitação social. Herschel Mordechai era filho do rabino de Triers, mas, depois da conversão mudou seu sobrenome para Heinrich Marx. Um de seus filhos foi o famigerado Karl Marx.
É interessante ver que ambos passaram a vida toda cultivando o ressentimento como a fonte da energia e determinação que os movia e, nas ideologias que promoveram ou defenderam, deram a máxima expressão a esse ressentimento. Hitler mandou destruir todos os documentos relacionados com sua família; e o ódio visceral ao judeus, além de incorporar o antissemitismo disseminado na sociedade austríaca e alemã, tinha muito de ressentimento pessoal, muito provavelmente contra a família Frankenberger.
Marx rompeu com o pai e depois com o sogro, o barão von Westphalen, dilapidou a herança paterna, assim como a herança de sua mulher. Viveu e submeteu a família a toda uma vida de penúria e carência, sobrevivendo precariamente às custas do dinheiro dos amigos, principalmente de um burguês rico, Friedrich Engels, filho de um industrial alemão.
Apesar de propugnar por uma luta mundial a favor da "libertação das classes oprimidas", submeteu uma empregada de sua família à mais abjeta forma de opressão, a qual engravidou e cujo filho jamais reconheceu ou sustentou. Essa operária, Helen Demuth, era uma criada do seu sogro e quando Marx se casou a pobre camponesa veio como dote de Jenny, sua esposa. Não recebia remuneração, nem nunca foi oficialmente contratada. Dependia da família Marx para se alimentar e dormir. Quem assumiu a paternidade, a pedido de Marx, foi o seu amigo Engels, que também conseguiu que a criança, Henry Friedrich Demuth, fosse adotada por uma família proletária de Londres. Três de seus filhos morreram na infância, devido às péssimas condições de vida e duas de suas filhas cometeram suicídio.
Não é de se estranhar, que o ressentimento pessoal de Marx contra a riqueza, acabe por impregnar toda a sua teoria.
Esses dois grandes ressentidos foram direta ou indiretamente os promotores ou a fonte de inspiração dos maiores genocídios da história humana.
terça-feira, 27 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
É a mãe!
Ninguém fala mais que a Dilma é a mãe do PAC. Quando esse tal Plano de Aceleração do Crescimento era ainda uma invenção de propaganda demagógica na boca do Lula e apenas uma miragem na cabeça dos bobos que acreditavam nele, a toda hora a gerentona eficiente dona Dilma era associada à sigla.
Agora é silêncio total. Não se fala mais em PAC. Nem podem falar mesmo. Que aceleração? Que crescimento? Dona Dilma conseguiu a façanha de produzir um crescimento à la Sarney, ou seja, uma estagflação, que é o pior dos mundos: uma estagnação com inflação.
E olhando para as obras do PAC, o que vemos? A transposição do rio S. Francisco, que já custou o dobro do valor orçado e nem sinal de ficar pronta; a refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco, mais uma fonte de escândalos que já está custando dez vezes mais que o valor estimado. Vou repetir: DEZ VEZES!!!
Aeroportos novos seriam cerca de 800, depois esse número mirabolante foi reduzido para 270, mas apenas 16 estão em obras (de reforma).
Da ferrovia Norte-Sul, que supostamente ligaria o Pará ao Rio Grande do Sul, só o trecho entre Aguiarnópolis no Maranhão e Palmas, no Tocantins, está concluído. São 400 quilômetros que consumiram mais de 1 bilhão de reais. Deve ser o trecho ferroviário mais caro do planeta! Não vale nem a pena calcular o custo per capita, considerando a exígua população a quem esse trecho serve, para não se ficar roxo de raiva.
O próprio site do governo (http://www.dados.gov.br/dataset/obras-do-pac-programa-de-aceleracao-do-crescimento) disponibiliza dados de dezembro de 2013 (ver abaixo)
que nos permitem calcular que o percentual do PAC já concluido até então era de pífios 5,4%. Mais da metade (56,1%) ainda estavam em fase preparatória; em contratação, 8,3% e em obras, 21,1%. Isso acontecendo no alvorecer do último ano do governo da gerenta.
Diante de tudo isso, é compreensível que a figura da mãe do PAC desapareça para dar lugar a uma outra ficção. Resta saber se o povo vai se deixar enganar mais uma vez.
Agora é silêncio total. Não se fala mais em PAC. Nem podem falar mesmo. Que aceleração? Que crescimento? Dona Dilma conseguiu a façanha de produzir um crescimento à la Sarney, ou seja, uma estagflação, que é o pior dos mundos: uma estagnação com inflação.
E olhando para as obras do PAC, o que vemos? A transposição do rio S. Francisco, que já custou o dobro do valor orçado e nem sinal de ficar pronta; a refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco, mais uma fonte de escândalos que já está custando dez vezes mais que o valor estimado. Vou repetir: DEZ VEZES!!!
Aeroportos novos seriam cerca de 800, depois esse número mirabolante foi reduzido para 270, mas apenas 16 estão em obras (de reforma).
Da ferrovia Norte-Sul, que supostamente ligaria o Pará ao Rio Grande do Sul, só o trecho entre Aguiarnópolis no Maranhão e Palmas, no Tocantins, está concluído. São 400 quilômetros que consumiram mais de 1 bilhão de reais. Deve ser o trecho ferroviário mais caro do planeta! Não vale nem a pena calcular o custo per capita, considerando a exígua população a quem esse trecho serve, para não se ficar roxo de raiva.
O próprio site do governo (http://www.dados.gov.br/dataset/obras-do-pac-programa-de-aceleracao-do-crescimento) disponibiliza dados de dezembro de 2013 (ver abaixo)
que nos permitem calcular que o percentual do PAC já concluido até então era de pífios 5,4%. Mais da metade (56,1%) ainda estavam em fase preparatória; em contratação, 8,3% e em obras, 21,1%. Isso acontecendo no alvorecer do último ano do governo da gerenta.
Diante de tudo isso, é compreensível que a figura da mãe do PAC desapareça para dar lugar a uma outra ficção. Resta saber se o povo vai se deixar enganar mais uma vez.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Cartas marcadas
Teori Zavaski. Esse é o nome do mais recente ministro do Supremo nomeado pela Dilma. Votou a favor dos embargos infringentes e agora manda soltar o doleiro, o ex-diretor da Petrobras e os demais envolvidos que tinham sido presos no decurso da operação Lava-Jato da Polícia Federal. Tudo deverá estar perfeitamente justificado em jurisprudências e argumentações jurídicas tecidas por gente de notório saber.
A realidade porém - aquilo que realmente importa - é que, mais uma vez, o nosso egrégio Supremo Tribunal passa a mensagem para a nação de que o crime compensa, sim, e muito. Essas pessoas tem contatos e muito dinheiro e vão procurar escapar de qualquer consequência. Fugirão, como fugiram o Henrique Pizzolato, o Abdelmassih, o Cacciola e outros.
Então fica para a nação a sensação de que existem duas classes de cidadãos: os que pagam impostos escorchantes e só tem deveres e os que se beneficiam desses impostos e só tem privilégios.
O mais estranho nesse caso é que o ministro voltou atrás e manteve a prisão de 11 dos investigados, mas deixou o ex-diretor da Petrobras em liberdade. Qual seria a razão da discriminação? Se as prisões são ilegais, devem ser todas relaxadas, mas se são legais devem ser todas mantidas. Simples!
O fato de soltar apenas o ex-diretor da Petrobras não ajuda na credibilidade da justiça. Esse senhor, detentor de muitas e importantes informações de esquemas milionários de desvio de dinheiro público, é um homem-bomba. Um eventual acordo de delação premiada com ele poderia destroçar de vez com grande parte do crime organizado que se encastelou nas entranhas do poder.
Pois foi somente ele o que ficou solto nessa história.
O ministro, com certeza, estará absolutamente bem fundamentado em sua decisão, repito, mas para as pessoas comuns reforça-se a impressão de que tudo isso não passa de um jogo de cartas marcadas.
A realidade porém - aquilo que realmente importa - é que, mais uma vez, o nosso egrégio Supremo Tribunal passa a mensagem para a nação de que o crime compensa, sim, e muito. Essas pessoas tem contatos e muito dinheiro e vão procurar escapar de qualquer consequência. Fugirão, como fugiram o Henrique Pizzolato, o Abdelmassih, o Cacciola e outros.
Então fica para a nação a sensação de que existem duas classes de cidadãos: os que pagam impostos escorchantes e só tem deveres e os que se beneficiam desses impostos e só tem privilégios.
O mais estranho nesse caso é que o ministro voltou atrás e manteve a prisão de 11 dos investigados, mas deixou o ex-diretor da Petrobras em liberdade. Qual seria a razão da discriminação? Se as prisões são ilegais, devem ser todas relaxadas, mas se são legais devem ser todas mantidas. Simples!
O fato de soltar apenas o ex-diretor da Petrobras não ajuda na credibilidade da justiça. Esse senhor, detentor de muitas e importantes informações de esquemas milionários de desvio de dinheiro público, é um homem-bomba. Um eventual acordo de delação premiada com ele poderia destroçar de vez com grande parte do crime organizado que se encastelou nas entranhas do poder.
Pois foi somente ele o que ficou solto nessa história.
O ministro, com certeza, estará absolutamente bem fundamentado em sua decisão, repito, mas para as pessoas comuns reforça-se a impressão de que tudo isso não passa de um jogo de cartas marcadas.
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