sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Marola que virou tsunami

É aquilo que todos já sabiam:o Brasil está em recessão! Segundo o IBGE o PIB encolheu 0,6% no último trimestre e já havia caído 0,2% no primeiro. Por ironia, há poucos dias o ex-ministro da Fazenda em exercício, Guido Mantega, disse que se Aécio ou Marina ganharem a eleição haveria o perigo de jogarem o país em uma recessão!!! É o país da piada pronta!
Mas esse resultado não surpreende ninguém. Com uma arrogante e despreparada comandando a economia e uma figura decorativa sentada na cadeira de ministro da Fazenda não se poderia esperar nada diferente. Não há  e não houve nenhum planejamento. As decisões foram sendo tomadas ao léu. Numa semana, "o real está supervalorizado", na outra "o real desvalorizou demais"; num mês "os juros tem que baixar ", no outro "os juros tem que subir". Mas ao mesmo tempo em que eleva os juros para tentar conter a inflação, dá inventivos para o povo comprar mais. Durma-se com um barulho desses!
Assim, o governo Dilma foi brincando de gangorra com a economia do país e nos trouxe a essa situação. O pior de tudo é que não são capazes de reconhecer os erros, ou seja, se ficarem por mais tempo no governo, vão continuar a mesma toada. Depois desse vexame todo, dessa situação de absoluto descontrole, dona Dilma ainda quer ser reeleita. Para quê? Só se for para acabar sua obra e nos transformar rapidamente em uma Cuba ou uma Venezuela.
E há ainda um outro perigo: depois das eleições e tendo que encarar a derrota fragorosa, dona Dilma ainda terá quase 3 meses para piorar a situação econômica ainda mais. Isso é um risco que quem a suceder terá que estar preparado para enfrentar.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Anã diplomática

Dilma vai à ONU e defende o Estado Islâmico, que não é Estado, nem realmente islâmico, pois o islamismo não é essa psicopatia. O Estado Islâmico é apenas um grupo terrorista ultra-fanático que quer degolar todo mundo que não professe a sua "fé". É um grupo que não respeita a vida, o ser humano, a mulher, os gays, as crianças, nada! 
É com essa gente que Dilma prega o "diálogo", a negociação! 
Quando se trata de Israel, aí já é tudo diferente. Se Israel se defende do Hamas, é um absurdo, falta de humanidade, reação desproporcional; tudo aquilo que nos fez merecedores do epíteto de anão diplomático.
O EI pode tudo, pode degolar crianças, praticar o genocídio contra os curdos e os yazidis, pode apedrejar mulheres, que dona Dilma ainda os defende.
Pensando bem, faz sentido. Dona Dilma e seu partido tem um perfil bem semelhante ao do Estado Islâmico: não suportam conviver com os contrários, não toleram oposição, querem todos sem cabeça, ou sem cabeça pensante, ou sem cabeça em cima do pescoço.
Por mim, dona Dilma e seu partido podem pensar o que quiserem, o problema é que arrastam toda uma tradição diplomática brasileira para essa mediocridade ideológica deles. E aí o Brasil é visto cada vez mais com desconfiança entre as nações civilizadas. Sim, porque é esse o termo: civilizadas! Chega de relativismo cultural! Há nações, sim, que não são civilizadas, que não respeitam os direitos básicos dos seus cidadãos. E há outras que deveriam ser um exemplo para as demais, exemplo de para onde deveria a humanidade caminhar.
Aquela anta na tribuna da ONU nos envergonha! Em um fórum mundial, não tem nada a dizer a não ser desfiar a mesma série de autoelogios, que desfia aqui em qualquer entrevista, e ainda tirar da cartola essa boçalidade a favor do estado islâmico!

A diplomacia brasileira escolheu então ficar ao lado e do lado da Venezuela, de Cuba, do Hamas e agora do Estado Islâmico. E dona Dilma deu um um show de nanismo diplomático!


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A cara do partido

Esse é o cara! Essa é também a cara...do partido do qual é o símbolo.
A carantonha suada e descabelada é uma perfeita representação da decadência de uma legenda que se quis portadora dos sonhos de progresso social no país, mas que acabou degeneradamente sendo a avalista da perpetuação do que temos de mais atrasado e retrógrado na política: o primado das oligarquias, a manutenção intencional do atraso e da ignorância, a privatização do estado  e o uso da máquina pública descaradamente em benefício próprio, dos amigos e dos correligionários.

O mal que o PT fez ao Brasil nesses 12 anos, ainda não foi devidamente avaliado em toda a sua extensão e não se desfará rapidamente.
O PT fez os brasileiros desacreditarem em seu país, fez nos pensar que não há saída, que toda atividade política é necessariamente suja, que não se pode ter esperança em mudanças ou melhoras. O PT elevou o cinismo à condição de ferramenta política.

Uma nação, que ainda estava engatinhando no desenvolvimento do exercício da democracia, depois de 21 anos de ditadura, atingiu a decadência, sem nem mesmo chegar à maturidade. Com relação à política, agora, ou somos céticos, ou somos cínicos. E ambas as atitudes são um bom fermento para crescerem interesses escusos.
É no caos e na descrença que proliferam os espertalhões ou os fanáticos, ambos a querer vender a salvação da pátria. Nossa história política está cheia desses  exemplos. Quando as forças tradicionais da democracia mostram-se insuficientes, incapazes ou inadequadas para governar, aparecem esses grupos de salvadores da pátria. Em geral, tomam o poder e pioram o caos.
A nação brasileira necessitará de um pouco de paciência agora. Não vamos conseguir fazer tudo de uma vez. É preciso priorizar e antes de mais nada, destituir esse partido do poder e virar a página, para que a nação possa respirar ares menos infectos.
O estrago foi grande, mas temos que enfrentá-lo e trabalhar duro para devolver a dignidade à Republica enxovalhada. E, sobretudo, devolver a esperança ao povo. Aquela que venceu o medo, mas sucumbiu diante da corrupção.


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