quinta-feira, 12 de março de 2015

Vamos pra rua!

Na verdade, Dilma não tem tanta culpa. Ela é o que é, nasceu assim, não pode fazer nada. A culpa maior é do Exu de Garanhuns, que inventou esse poste do nada, que sabia de sua incompetência, mas, para servir aos seus propósitos de retornar ao poder, a escolheu e impôs ao partido, pouco se lixando para as consequências nefastas ao país.
Nada me tira da cabeça que Lula escolheu a dedo essa anta, exatamente porque sabia que era uma anta. Só errou porque pensou que ela seria uma anta manipulável. O problema é que ela se revelou uma estúpida arrogante. Lula é ignorante, mas é esperto. Dilma porém é uma anta arrogante.
Ela ainda não se deu conta do tamanho do problema em que estamos todos enfiados. Estamos há apenas 2 meses e meio do início do seu mandato e ninguém aguenta mais, nem mesmo os que votaram nela. E agora? O que fazer? Será que o Exu é quem tem a resposta? Foi a ele que Dilma recorreu afobada, mais uma vez, depois de levar vaia sobre vaia dos trabalhadores de uma feira da construção civil. Que vexame! Dessa vez não dá nem para culpar a zelite.
Só Dilma ainda não entendeu que, para Lula, ela já é carta fora do baralho. Já serviu aos propósitos dele e agora é só um contrapeso, que está cada vez mais difícil de carregar. Marta Suplicy, a porta-voz do Exu, tem deixado isso bem claro em suas recentes manifestações. 
Ainda por cima, a gerentona promove o bocó do Mercadante a articulador político, o que a afasta ainda mais de Lula e piora a articulação política. Ou seja, Dilma está no mato sem cachorro. Não tem o apoio do PT porque nunca o teve; não tem mais o apoio do padim-padre-ciço, porque o padim tem outros objetivos; não tem mais o apoio do PMDB, porque o PMDB já traiu políticos muito mais hábeis, não seria dessa vez e com essa dona que iria demonstrar lealdade. Quase que quem acaba por lhe dar apoio foi, pasmem, FHC!!! Ainda bem que recuou!
O PSDB, ao invés de empurrar ladeira abaixo um governo sem credibilidade e sem sustentação, quer ainda fazer uma oposição light, de primeiro mundo, como se estivéssemos na Suécia! 
Resumo da ópera: essa dona não se sustenta por 4 anos e quanto mais tempo demorar para cair, pior para a nação. É um gesto até patriótico tirá-la de lá rapidamente. Vamos pra rua no dia 15!

domingo, 8 de março de 2015

País do faz-de-conta (Cadê o Lula na lista?)

Essa nova revelação, a de que o ministro da Justiça terá se encontrado, secretamente na Argentina, com o Procurador Geral ainda na fase da elaboração dos pedidos de investigação, é bombástica!
Em qualquer país sério, o ministro cairia de imediato e o Procurador também. Nenhum dos dois é mais confiável para prosseguir nessas funções! So vão continuar nos cargos porque estamos no Brasil um país de faz-de-conta.
O presidente do Senado acusa o executivo de ter influenciado a lista! Diz que a presidenta queria, porque queria, que o nome de Aécio estivesse na lista! Isso só não aconteceu porque não havia a mínima possibilidade de acusá-lo. Mas manteve-se o Anastasia simplesmente porque um policial corrupto disse que entregou dinheiro em uma casa (que não sabe qual, nem tem o endereço) e que a pessoa que recebeu o dinheiro era parecida com o ex-governador!
Já sabíamos que o PT é capaz de "fazer o diabo", mas dessa vez eles se superaram.

Então o Procurador quer que a gente concorde, que nesse esquema de roubalheira na Petrobras durante o governo Lula e o governo Dilma, nem Lula, nem Dilma devem ser investigados? Não há indícios? Como não, cara-pálida! Há mais que indícios! Quem afinal nomeou o Paulo Roberto Costa, quem nomeou o Renato Duque? Quem aprovou a compra de Pasadena? O ex-diretor disse que Dilma sabia, que Lula sabia! Nada disso vale? Nada é indício suficiente para se iniciar uma investigação? Mas vale a declaração de um corrupto de quinta escalão, que achou o senador Anastasia parecido com o receptador do dinheiro desviado? A troco de quê o PT, que organizou esse esquema na Petrobras, iria doar propina para um membro de um partido que lhe faz oposição? É crível?

Um sistema em que o chefe do Exectivo, que deve ser o mais vigiado, é quem nomeia os seus possíveis vigilantes, o Procurador Geral da República e os ministros do Supremo, é um sistema desenhado para não funcionar. É mais uma ficção nesse país do faz-de-conta.

sábado, 7 de março de 2015

O pacto

Só faltava essa! Dona Dilma correndo para os braços dos tucanos sacudindo um lenço branco a pedir trégua. Se isso, improvavelmente, acontecer o PSDB deveria dizer sim, com a condição que ela renuncie ao mandato e entregue o governo. Nao há outra negociação possível!
Aceitar um pacto a essa altura, depois que o barco está afundando rapidamente, seria uma traição imperdoável ao povo brasileiro, pelo menos à metade desse povo que votou contra o governo Dilma nas últimas eleições.
Quando todos se refestelavam na roubalheira, no estupro da coisa pública, nos gastos sem medida, no porto construído com o dinheiro do povo em Cuba, no perdão das dívidas das ditaduras africanas, das mais sanguinárias e atrasadas, as "elites" amigas do PT privatizavam os lucros, assim como privatizavam o Estado.
Agora, em clima de fim de festa, com alguns representantes dessas "elites" trancafiados e com a ameaça de mais tantos outros tomarem o mesmo rumo, o partido dos "trabalhadores" quer socializar os prejuízos!!! Nessa hora chamam o PSDB, o partido do qual sempre tiveram horror, partido de coxinhas, de almofadinhas, de play-boys, do príncipe dos sociólogos, para socorrê-los!
Só se o PSDB fosse absolutamente constituído de imbecis sem caráter! Não é o caso de governo de salvação nacional! A verdadeira salvação nacional começa por tirar essa organização criminosa do poder o mais rápido que for possível. Só depois disso é que se terá condições de reunir talvez as melhores cabeças e os melhores caracteres da nação em torno de um projeto de reorganização do Estado para extirpar esse mal e protegê-lo de futuros assaltos criminosos como esse, que jamais poderão se repetir.
Para isso é necessária a concorrência dos 3 Poderes, agindo em harmonia e consonância uns com os outros, para estabelecer uma agenda mínima de ações a serem imediatamente implantadas. E, a principal delas, inadiável e improtelável é mostrar à sociedade que o tempo da impunidade acabou.  É preciso julgar severamente e aplicar penas exemplares a esses bandidos que se travestiram de agentes públicos e aos que com eles se uniram, para assaltar os cofres da nação. Não seremos nós, cidadãos expoliados, que iremos pagar o pacto.

Seguidores do Blog

No Twitter:

Wikipedia

Resultados da pesquisa