Engraçado como alguns mantras, repetidos subliminarmente pela imprensa cooptada, acabam por "pegar" na opinião pública, ou pelo menos em parte dela. Um deles, que agora já caiu por terra, era o de que Lula não tinha nada a ver com a organização criminosa que dilapidou o país. "Não há indícios contra ele", diziam os áulicos de plantão.
Agora, o mantra que persiste é a favor da Anta do Planalto. Dizem que "ela pode até ser incompetente, mas não é desonesta", "não roubou para si", como se isso bastasse para afastar o crime de responsabilidade, como se a omissão no cumprimento do dever de defender a coisa pública não estivesse claramente tipificada na Constituição, como se "só deixar roubar" fosse atestado de honestidade.
Dilma pode até não ter posto um centavo no próprio bolso - coisa que ainda está para ser investigada - mas que agiu propositalmente para que outros o fizessem, agiu. Alguns exemplos: foi ela quem aprovou, como presidente do Conselho da Petrobras, a malfadada compra de Pasadena; foi ela quem assinou a Medida Provisória que beneficiou a indústria automobilística e, pela qual, o filho do Exu Nove-Dedos ganhou 2 milhões de reais. Foi para a campanha dela que Yousseff liberou, a pedido de Palocci, outros 2 milhões de reais "em notas de 100" conforme declarou o doleiro. Foi ela quem nomeou, para a presidência da Petrobras, um suspeito de malversação de dinheiro enquanto era presidente do Banco do Brasil.
Tudo isso nada significa? Ainda há quem tenha a coragem de dizer que isso é atestado de honestidade da presidAnta? Tudo isso, sem falar no envolvimento dela com a produção de dossiês falsos contra os adversários políticos; no fato de que sua ex-chefe de gabinete, Erenice Guerra, quando era ministra, ter recebido propina dentro do palácio do Planalto. Nada disso a incrimina. São só coincidências, coitada! Todos os que a cercam, ou cercaram, acabaram sendo denunciados de alguma maracutaia e querem que acreditemos, que, nesse bordel, só ela é virgem!!! Contem outra, que essa não teve graça nenhuma.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Filme B de terror
Penso que o maís difícil na produção de um filme B de terror seja a escolha do nome. Não pode ser qualquer nome. Tem que ser chamativo e popularesco como manchete de jornal sensacionalista. Quem vai assistir tem que ter certeza que é um filme classe B de terror, sem possibilidade de erro. Portanto é um exercício de imaginação e criatividade.
Para esse filme B político, que estamos interminavelmente vivendo, fico pensando nos possíveis títulos: "A Vaca foi (tossindo) pro Brejo"; "A Hora do Espanto"; " A Ocasião faz o ladrão"; "O Ladrão faz a ocasião"; e coroando a obra petista, "O ocaso de um sonho".
Os atores e atrizes desse espetáculo são ruins de doer. São canastrões que não conseguem dar veracidade ao papel que lhes foi reservado, mas insistem em manter esse "script" furado. Quando a verdade é descoberta, invariavelmente, assumem aquela postura da falsa indignação e a fala é quase sempre a mesma: os delatores estão mentindo. Isso é uma orquestração para me derrubar. É golpismo!
É cansativo ver essa representação diuturnamente e noturnamente, como diz a presidAnta, se repetindo até a náusea.
Demorou, mas a película da vez é o filme principal dessa categoria. O nome poderia ser "Os Geniais Filhos de Lula", "Quem vê cara, não vê coração", "Tal pai, tal filho".
A cara apalermada e o olhar de quem não está entendendo nada podem enganar o observador desavisado, pois de palerma parece que não tem nada.
Trata-se, na verdade,de um dos maiores fenômenos do empreendedorismo mundial. Em 3 anos após a posse do pai na presidência da República, um monitor de zoológico que ganhava 600 reais, torna-se um mega-empresário, sócio de uma das maiores operadoras de telefonia do país. Esse fenômeno do mundo dos negócios deveria fazer muito mais. Deveria dar palestras, como seu pai, e ensinar as pessoas como se faz para ser tão bem sucedido em tão pouco tempo.
O outro, mais jovem, não tem a cara de palerma, mas parece ter herdado a mesma carga genética que lhe confere um esmerado tino para os negócios. Herdou também uma sorte fabulosa que faz com que os amigos lhe cedam apartamentos luxuosos para morar de graça; e outros amigos compram seus projetos, plagiados de textos da internet, e pagam milhões pela baboseira! É muita sorte! E são muitas as coincidências que levam a película ao previsível final classe B: o "mocinho" sai ileso! Q
Já passa da hora de mudar o tipo de filme a que somos obrigados a assistir.
Para esse filme B político, que estamos interminavelmente vivendo, fico pensando nos possíveis títulos: "A Vaca foi (tossindo) pro Brejo"; "A Hora do Espanto"; " A Ocasião faz o ladrão"; "O Ladrão faz a ocasião"; e coroando a obra petista, "O ocaso de um sonho".
Os atores e atrizes desse espetáculo são ruins de doer. São canastrões que não conseguem dar veracidade ao papel que lhes foi reservado, mas insistem em manter esse "script" furado. Quando a verdade é descoberta, invariavelmente, assumem aquela postura da falsa indignação e a fala é quase sempre a mesma: os delatores estão mentindo. Isso é uma orquestração para me derrubar. É golpismo!
É cansativo ver essa representação diuturnamente e noturnamente, como diz a presidAnta, se repetindo até a náusea.
Demorou, mas a película da vez é o filme principal dessa categoria. O nome poderia ser "Os Geniais Filhos de Lula", "Quem vê cara, não vê coração", "Tal pai, tal filho".
A cara apalermada e o olhar de quem não está entendendo nada podem enganar o observador desavisado, pois de palerma parece que não tem nada.
Trata-se, na verdade,de um dos maiores fenômenos do empreendedorismo mundial. Em 3 anos após a posse do pai na presidência da República, um monitor de zoológico que ganhava 600 reais, torna-se um mega-empresário, sócio de uma das maiores operadoras de telefonia do país. Esse fenômeno do mundo dos negócios deveria fazer muito mais. Deveria dar palestras, como seu pai, e ensinar as pessoas como se faz para ser tão bem sucedido em tão pouco tempo.
O outro, mais jovem, não tem a cara de palerma, mas parece ter herdado a mesma carga genética que lhe confere um esmerado tino para os negócios. Herdou também uma sorte fabulosa que faz com que os amigos lhe cedam apartamentos luxuosos para morar de graça; e outros amigos compram seus projetos, plagiados de textos da internet, e pagam milhões pela baboseira! É muita sorte! E são muitas as coincidências que levam a película ao previsível final classe B: o "mocinho" sai ileso! Q
Já passa da hora de mudar o tipo de filme a que somos obrigados a assistir.
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Nós, os idiotas
Eles não pensam que somos idiotas, eles têm certeza. É isso. Se não o que explica a cara de pau de um Lula ao tentar nos fazer crer que os milhões que ganhou das empreiteiras foram realmente pagamento por suas "palestras"?
O que de tão extraordinário esse semi-analfabeto tem para dizer, que valha tanto assim? O que esse ignorante de pai e mãe tem para ensinar, que interesse a uma OAB ou uma Odebrecht? Métodos de gestão? Visão de futuro? Inovação?
O que ele tem, ou melhor teve, de interessante para uma empresa dessas era a caneta de presidente na mão. A caneta que servia para nomear diretores escolhidos a dedo para a Petrobras, Eletrobras, BNDES, Caixa, Banco do Brasil e fundos de pensão. Ou seja, diretores obedientes e domesticados para ocupar cargos de onde se controlava o dinheiro, a bufunfa, o vil metal. Diretores dispostos a pagar o pedágio, o pixuleco, ao partido e aos cumpanheros, sem titubear.
Esses "agentes" já estão no xadrez. Outros irão para lá também. Os pagadores, os ativos da relação, também já estão começando a sentir os ares pouco agradáveis dos presídios. Só faltam agora os cabeças, os chefes, os que comandavam o esquema e dele se beneficiavam.
E, acima de tudo e de todos, o grande chefão que talvez ainda pense que somos todos uns idiotas, ou talvez, já não tenha tanta certeza, mas como não há uma explicação plausível e honesta para suas maracutais, continue a ter que desfiar a mesma ladainha do "eu não sabia de nada", "se fizeram algo errado, não foi com meu conhecimento ou consentimento", etc.
Alguém deveria dizer "Chega!" a esse falastrão mentiroso e enfiá-lo no xilindró na companhia de seus comparsas que lá já estão. Só pelo fato de tentar nos fazer de idiotas, já mereceria uma condenação.
O que de tão extraordinário esse semi-analfabeto tem para dizer, que valha tanto assim? O que esse ignorante de pai e mãe tem para ensinar, que interesse a uma OAB ou uma Odebrecht? Métodos de gestão? Visão de futuro? Inovação?
O que ele tem, ou melhor teve, de interessante para uma empresa dessas era a caneta de presidente na mão. A caneta que servia para nomear diretores escolhidos a dedo para a Petrobras, Eletrobras, BNDES, Caixa, Banco do Brasil e fundos de pensão. Ou seja, diretores obedientes e domesticados para ocupar cargos de onde se controlava o dinheiro, a bufunfa, o vil metal. Diretores dispostos a pagar o pedágio, o pixuleco, ao partido e aos cumpanheros, sem titubear.
Esses "agentes" já estão no xadrez. Outros irão para lá também. Os pagadores, os ativos da relação, também já estão começando a sentir os ares pouco agradáveis dos presídios. Só faltam agora os cabeças, os chefes, os que comandavam o esquema e dele se beneficiavam.
E, acima de tudo e de todos, o grande chefão que talvez ainda pense que somos todos uns idiotas, ou talvez, já não tenha tanta certeza, mas como não há uma explicação plausível e honesta para suas maracutais, continue a ter que desfiar a mesma ladainha do "eu não sabia de nada", "se fizeram algo errado, não foi com meu conhecimento ou consentimento", etc.
Alguém deveria dizer "Chega!" a esse falastrão mentiroso e enfiá-lo no xilindró na companhia de seus comparsas que lá já estão. Só pelo fato de tentar nos fazer de idiotas, já mereceria uma condenação.
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