quarta-feira, 1 de junho de 2016

Simplesmente ridículos!

Meu Deus! Eu pensava que não iria mais falar da Anta do Planalto, mas não tem jeito. Ela insiste em fazer papel de tal modo ridículo, que não pode passar em brancas nuvens.

Agora são dois ridículos juntos, ela e o ex-senador Eduardo Suplicy. O pobre-coitado vinha há 3 anos pedindo uma audiência com Sua Majestade, a Anta. Escreveu mais de 20 cartas para ela! ...Cartas!

Em vão. Dilma negou a audiência a ele durante esses 3 anos. Somente agora, no ostracismo, resolveu conceder-lhe o benefício.
Como a principal característica das pessoas ridículas é jamais ter noção do ridículo, Eduardo Suplicy foi se entrevistar com ela, nessa altura do campeonato. O objetivo era pedir à Anta que implantasse a tal Renda Básica da Cidadania, mais uma estrovenga a se juntar às bolsas-isso, bolsas-aquilo, que não vai resolver os problemas do país. Ao contrário, nessa situação de deficit fiscal, adotar mais um penduricalho populista desses, só ajuda a aumentar o rombo.

Mas o Suplicy tem idéia fixa e só pensa nessa tal Renda Básica. É o seu projeto de vida e a coisa mais relevante que ele produziu em 40 anos de vida pública. Nem o PT o ouve. Agora só a Dilma.

Pois, ela o recebeu, finalmente, e ele ficou felicíssimo, porque ela lhe prometeu que vai implantar o projeto! Suplicy se deu por satisfeito por não ter desistido e disse à Dilma que está atuando no Senado para ajudá-la. Que ótimo!

Não sei qual dos dois está mais pirado, mas alguém tem que dizer a eles que o mundo em que eles vivem e sonham, já era! Acabou!
E é bom que os parentes da Anta tfiquem atentos. Seu distúrbio psicológico é grave e um final trágico-melodramático não é improvável.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Armagedon

Imaginemos um desastre total, o Armagedom, na política. Não estamos muito distante disso. A delação de Pedro Corrêa envolveu mais de 70 políticos, de Lula a Aécio, passando por Dilma, Renan Calheiros, Romero Jucá, Geddel Vieira, Edison Lobão, Sarney e Eduardo Cunha. O próprio delator confessou que está há 20 anos na política com o único e absoluto intuito de roubar.

A delação de Marcelo Odebrecht e da própria empresa em acordo de leniência, pode botar mais lenha nessa fogueira e queimar mais gente graúda. Diz-se que serão cerca de 300 políticos delatados. Devem ser os 300 picaretas do Lula, incluindo ele próprio.

Hoje o diretor-presidente do Bradesco, maior banco privado do Brasil, teve pedido de indiciamento pela PF pela mesma cartilha de crimes, junto com outros diretores. Ontem o ex-presidente do PSDB de Minas foi preso. São senadores, deputados, desembargadores, ministros do STJ, e olhe lá se nessas delações não vierem nomes graúdos até do Supremo. Nada mais parecido com o fim do mundo.

Vamos torcer para que seja o fim do mundo deles, o da roubalheira, do descaso como o povo que os elege, paga seus salários e ainda fornece impostos para que eles roubem mais. Chegamos a um ponto que agora, ou é o fim do mundo para eles, ou seráo fim do mundo para nós. É a nação contra essa corja. E a nação tem que prevalecer.

Entretanto, voltando ao Armagedom, sendo julgadas, condenadas e punidas essa enorme quadrilha, como é que fica? Se caem Temer, Renan e Cunha, assume quem for presidente do Supremo, que convoca novas eleições. Mas eleições de quê, de quem, em que situação? E a economia do país nesse interim, como fica? Vejam para onde nos levou essa classe política irresponsável; para um beco quase sem saída.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

A cultura do corpo

Faço atividade física em uma academia. No vestiário masculino, ouço as conversas entre os demais frequentadores. Especialmente entre os chamados "pit-bulls" - aqueles fortões, que gostam de ficar olhando seus próprios músculos no espelho - o tema das conversas, assim como sua forma, é lastimável.

Para começar, a língua portuguesa é destroçada sem dó, nem piedade. O vocabulário é minimalista. O pronome eu é usado e abusado de um modo que chega à infantilidade. O pronome nós é substuído por "a galera". Os adjetivos quase sempre são "cabulosos", "sinistros" e "da hora". De advérbio, acho que só conhecem o "de boa", sem saber é claro, o que é advérbio.

Se fosse apenas a língua portuguesa a ser destroçada estava até bom. O pior é quando passam a se referir às "minas das baladas". É aí que a coisa pega. A atitude é tão agressiva que quase chega à misoginia (*). Freud ficaria deliciado com mais essa confirmação de suas teorias psicanalíticas. O medo reprimido que esses "machos" têm da mulher é algo impressionante.

A figura feminina os ameaça tanto que têm que ser dominada, domada, de certa maneira até destruída, reduzida a um objeto, para que eles consigam lidar com ela. Esse temor inconsciente é o motivo de brotar toda essa agressividade contra a mulher. Psicologicamente, são crianças com medo da bruxa, ou fada malvada, que os irá castrar. Isso, obviamente, não lhes diminui a culpa, nem a responsabilidade. São adultos, que deveriam se comportar como tal e, se não conseguem deveriam procurar tratamento.

Infelizmente, há também, por outro lado, um bando de mulheres tão doentes quanto. Aquelas que se escravizam a uma cultura do corpo e da beleza, que as reduz, mais uma vez, a objetos para o usufruto de outrem.

Nossa sociedade está doente e não se vê perspectiva de tratamento e cura a curto prazo.



(*) Misoginia - medo, pavor, aversão à figura feminina.

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