domingo, 2 de fevereiro de 2014

Simplesmente um crime

A presidenta, em recente rolezinho por Portugal, conferindo as delícias do capitalismo, e por Cuba, conferindo as delícias do comunismo, declarou alto e bom som: "O Brasil quer se tornar parceiro de primeira ordem de Cuba".
Será que entendi direito? Ao lado do país caribenho está a maior economia do mundo, que já tentou fazer acordos de cooperação comercial conosco (como a Alca) e que Lula desdenhou com a justificativa que tinha de fortalecer o Mercosul, mas queremos ser parceiros comerciais de quem nada produz e nada pode comprar porque não tem recursos!
O governo Dilma já investiu 2 bilhões de reais na ilha. Tenta justificar o injustificável alegando que, na construção do porto de Mariel foram comprados produtos brasileiros, gerando, portanto, emprego aqui. 
Por acaso, se esse dinheiro fosse empregado, por exemplo, na recuperação de estradas, em reformas de aeroportos e portos marítimos brasileiros geraria empregos onde? Na lua?
O pior de tudo é que tanto os empréstimos para Cuba, como para Angola, são classificados como secretos e nem o Congresso sabe do seu conteúdo. Imagine-se um governo alemão, japonês, inglês ou americano que emprestasse dinheiro a terceiros sem que o corpo legislativo do país pudesse ter conhecimento dos termos desse acordo! Dá para imaginar o que ocorreria? Impeachment seria o mínimo!
O que o governo Dilma está fazendo ao priorizar investimentos em ditaduras quebradas, que não terão condições de nos pagar (depois perdoa-se as dívidas, como já fizeram), é simplesmente um crime de lesa-pátria, um crime contra os brasileiros. As estradas estão matando centenas por ano, por falta de condições mínimas de segurança. Os portos, atulhados, estão impedindo a economia de crescer e destruindo qualquer competitividade que os produtos brasileiros poderiam ainda ter no exterior. A cidades carecem de estrutura que permita a mobilidade urbana.
Dilma não está fazendo isso por simples ideologia. Ela não seria tão burra a ponto de dar de bandeja motivos de crítica à oposição em um ano eleitoral. O que ela e seu partido estão visando é outra coisa. É que boa parte desse dinheiro deve retornar aos cofres do partido. O "modus operandi" do PT não muda. Foi assim nas prefeituras com a coleta de lixo (Celso Daniel deve estar se revirando na cova). Foi assim no mensalão. E agora inventaram esse novo meio de enfiar a mão no nosso bolso para financiar a campanha deles. Sai dinheiro do BNDES, volta doação da Odebrecht. Simples assim.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Administração esquizofrênica

Os Estados, em geral, são grandes gastadores e gastam mal. No Brasil essa situação chega às raias do inacreditável, do surreal. O Estado brasileiro, principalmente depois da Constituição de 88, passou a ser um gastador inverterado sem ter os recursos correspondentes. Nossa carga tributária subiu aos píncaros e ainda seguimos produzindo deficit. O tal superavit primário não contabiliza os juros da dívida pública, portanto é uma ficção. É como se uma pessoa estivesse com as contas estouradas, mas desconsiderasse os juros dos empréstimos, do saldo negativo da conta corrente e do cartão de crédito, na hora de fazer as contas.

Com os governos do PT chegamos então à esquizofrenia administrativa. O governo amplificou absurdamente os gastos para a compra de votos, despistada em bolsas-disso, bolsas-daquilo, que não terão nenhum retorno econômico ou social, a não ser o "retorno" eleitoral para eles mesmos.
Além disso, faz doações para ditaduras africanas e investe na infraestrutura de Cuba, como se essas questões estivessem plenamente resolvidas aqui.

Em paralelo, penamos do lado de cá, com a infraestrutura sucateada, elevando nossos custos e diminuindo a nossa produtividade. E ainda se espantam por que o investimento estrangeiro está secando e por que motivo o PIB não cresce.

A especialidade da Mãe do PAC é anunciar, como realidade, obras e projetos mirabolantes, que só estão no papel e dali não sairam.

Só para relembrar alguns itens, a  governanta, junto com o seu antecessor, anunciou com pompa e circunstância a construção de 6.000 creches, 800 aeroportos, o trem-bala, a transposição do S. Francisco. Só para a duplicação do anel rodoviário e o metrô de Belo Horizonte já foram 7 anúncios. Pela quantidade de promessas, o Brasil já seria uma Singapura. Nem mesmo as construções dos estádios, outro desperdício de dinheiro, nem as obras de infraestrutura do entorno, exigidas pela FIFA, estão dentro do cronograma.
Mas quando se olham as estatísticas, vemos o Brasil entre os primeiros lugares nas piores coisas: índice de analfabetismo, índice de corrupção, dificuldade para se fazer negócios, violência urbana, etc.

É o país do faz-de-conta, dos sonhos grandiloquentes que jamais se realizarão.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Dinheiro sem dono

A única coisa que você pode apostar que é verdadeira nesse governo é a gastança. O resto é tudo mentira.
Dilma foi pra Europa: Davos! Fazer o quê lá? Não tinha nada pra falar, não tinha nada pra ouvir, que essa gente só ouve o som da própria voz. Bastava ter pedido um "press release" ao nosso embaixador na Suíça e estava resolvido. Mas aí há um problema, como ficam as mordomias? 
Claro, que as "otoridades" tem que viajar. Gastaram quanto na Suíça? Segredo! Segredo de Estado! Foram descansar em Portugal pagando diárias de 26 mil? Coitadinhas, as "otoridades" estavam cansadérrimas de não fazer nada!
Depois do "descanso" foi pra Cuba...inaugurar o porto construido com financiamento brasileiro. Já foram 1,9 bilhões e dona Dilma agora ofereceu mais 700 milhões! O dinheiro vai direto para a Odebrecht, que é a construtora do porto. Quanto desse dinheiro voltará, ilegalmente, para financiar a campanha do PT? Não sabemos, mas é certo que a Odebrecht será uma das maiores, se não a maior, "doadora"! Essa é a nova modalidade do mensalão. Antes tiravam dinheiro do Banco do Brasil e da Petrobrás para pagar a empresa de Marcos Valério que "retornava" a grana do modo como ficou demonstrado. Inviabilizado esse processo, a criatividade petista pôs em marcha um plano B. Dessa vez o esquema será mais dificilmente desmascarado pois conta com o apoio de um Estado soberano.
Para a modernização dos nossos portos e aeroportos não há dinheiro, pois o "retorno" aqui é baixo. Mas para investir em infraestrutura cubana há dinheiro de sobra, logicamente, porque o "retorno" é muito maior e mais rápido.
Quem se preocupa? É dinheiro público mesmo! E, no Brasil, isso significa dinheiro sem dono.

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