Os sinais estão todos aí. Só não vê quem não quer. O PT, na campanha do primeiro turno, dizia que Marina era frágil, que não tinha capacidade de aguentar uma campanha e menos ainda um governo. Pois foi Dilma que teve um piripaque depois de um debate em que ela foi massacrada por Aécio. Dá até pena, coitada! Fazer o tico e o teco conversarem um com o outro durante todo aquele tempo deve exaurir as energias dela.
Durante o debate ainda vai, porque ela está treinada, adestrada pelo marqueteiro. "Olha, se ele falar aquilo, ignore completamente a pergunta e diga isso, isso e isso. Vamos treinar. Repita comigo..." deve ser assim que João Santana consegue adestrar a candidata para poder enfrentar o Aécio, sem gaguejar e sem travar.
Depois do debate, sem script decorado para repetir como papagaio, Dilma travou e quis repetir a "gravação"; só que estava "ao vivo", não dava para repetir. Aí, travou de vez e começou a balbuciar que estava, estava se sentindo...a repórter por bondade ou inexperiência lhe deu a dica: " a senhora está se sentindo mal?" A prepotente ainda ensaiou dizer que não, mas em seguida, o tico e teco fizeram uma conexão e ela pegou a tábua de salvação.
Pois é, Dilma, foi a pressão! Deve ser duro ir a um debate sem argumentos, sem nada para mostrar, a não ser desfiar um palavrório cansativo, confuso e repetitivo que não engana a mais ninguém, se é que já enganou algum dia. Deve ser duro já saber que vai enfrentar um candidato elegante, capaz, inteligente, carismático e com experiência em gestão. Deve ser duro olhar no espelho e saber-se um engodo, uma enganação. E que daqui a pouco isso vai ficar claro e explícito para todo o país por uma rede de televisão e que não há marqueteiro que dê jeito. Seu tutor pelo visto, já compreendeu e já pulou fora!
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Cadê o Lula?
Gente, cadê o Lula? Sumiu de novo! Toda as vezes em que a maré não lhe é favorável, Lula some. O que será que houve agora? Alguém tem dúvida? Lula está sumindo, ou já sumido, porque sabe que seu poste vai perder as eleições!
E o conjunto da obra também não é absolutamente favorável ao seu partido, aquele partido que um dia quis representar a esperança e agora só simboliza, pra rimar, a lambança.
Lula, que não é bobo, e pensa ainda em voltar a disputar a presidência, já vai descolando sua imagem da imagem de sua pupila.
O golpe deu errado. Calculista, Lula, há 4 anos, enfrentou as bases do partido para impor o nome da Dilma, porque temia que um outro nome do PT, assumindo a presidência, lhe iria fazer sombra, podendo até acabar por disputar com ele a liderança dessa agremiação. O que seria natural, afinal, um dia a fila tem que andar; faz parte da vida.
Mas para Lula isso é inaceitável. E além disso, Lula ainda sonha em usufruir de novo as delícias do cargo. Ainda sonha com os rapapés e as vênias dadas ao ex-metalúrgico, com as mordomias, com o Aerolula, as viagens fantásticas, os hotéis luxuosos, os embaixadores solícitos, as secretárias...ah, as secretárias! Rosemary Noronha que o diga: o poder é afrodisíaco!
Depois de ter usufruído de tudo isso, ter que acordar de novo naquele apartamento de S.Bernardo, olhar pro lado e ver a cara de dona Marisa, deve ser de lascar. Dá até para entender o sonho de voltar a ser presidente, só não dá para aceitar que isso seja motivo suficiente para nós, eleitores.
Mas, como dizia, o golpe deu errado. Lula não esperava que Dilma fizesse um excelente governo. Não era essa a intenção. Mas poderia fazer um governo mais-ou-menos e já em 2014 o Molusco poderia voltar triunfante.
Em outras palavras, era para a dona Dilma ser ruim, mas ela foi ruim com força. Foi pior do que o planejado. E, Lula que pensava poder voltar como o salvador da pátria, agora está encurralado. Daí a necessidade de fazer desaparecer sua imagem de perto da imagem da Dilma. Lula não quer ser associado nem à derrota dela, nem ao governo dela. Daí saindo de fininho, sem alarde, conta com a pouca memória política do brasileiro, podendo voltar em 2018 como quem não quer nada.
E o conjunto da obra também não é absolutamente favorável ao seu partido, aquele partido que um dia quis representar a esperança e agora só simboliza, pra rimar, a lambança.
Lula, que não é bobo, e pensa ainda em voltar a disputar a presidência, já vai descolando sua imagem da imagem de sua pupila.
O golpe deu errado. Calculista, Lula, há 4 anos, enfrentou as bases do partido para impor o nome da Dilma, porque temia que um outro nome do PT, assumindo a presidência, lhe iria fazer sombra, podendo até acabar por disputar com ele a liderança dessa agremiação. O que seria natural, afinal, um dia a fila tem que andar; faz parte da vida.
Mas para Lula isso é inaceitável. E além disso, Lula ainda sonha em usufruir de novo as delícias do cargo. Ainda sonha com os rapapés e as vênias dadas ao ex-metalúrgico, com as mordomias, com o Aerolula, as viagens fantásticas, os hotéis luxuosos, os embaixadores solícitos, as secretárias...ah, as secretárias! Rosemary Noronha que o diga: o poder é afrodisíaco!
Depois de ter usufruído de tudo isso, ter que acordar de novo naquele apartamento de S.Bernardo, olhar pro lado e ver a cara de dona Marisa, deve ser de lascar. Dá até para entender o sonho de voltar a ser presidente, só não dá para aceitar que isso seja motivo suficiente para nós, eleitores.
Mas, como dizia, o golpe deu errado. Lula não esperava que Dilma fizesse um excelente governo. Não era essa a intenção. Mas poderia fazer um governo mais-ou-menos e já em 2014 o Molusco poderia voltar triunfante.
Em outras palavras, era para a dona Dilma ser ruim, mas ela foi ruim com força. Foi pior do que o planejado. E, Lula que pensava poder voltar como o salvador da pátria, agora está encurralado. Daí a necessidade de fazer desaparecer sua imagem de perto da imagem da Dilma. Lula não quer ser associado nem à derrota dela, nem ao governo dela. Daí saindo de fininho, sem alarde, conta com a pouca memória política do brasileiro, podendo voltar em 2018 como quem não quer nada.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Debate?
A candidata do PT comporta-se como se tivesse toda a vantagem do mundo. Senão como entender que ela tenha perdido a oportunidade de falar, de expor aos eleitores sua proposta de governo em um momento que tinha um adversário elegante e sedento de discutir idéias como se viu ontem à noite na Band. Pela postura do Aécio -que é a mesma em toda campanha - poderíamos ter assistido a um confronto de propostas, cada qual defendendo seu ponto de vista com racionalidade e deixando ao eleitor a tarefa que lhe cabe, que é decidir qual delas é a melhor para o Brasil.
Mas dona Dilma, fiel ao seu DNA, não quis debater. Quis atacar rasteiramente, envolvendo até mentiras deslavadas, como a que tentou envolver Andréia, irmã de Aécio, com nepotismo. Logo Dilma, que anda aos beijos e abraços com Fernando Collor, Renan Calheiros e a família Sarney. Logo Dilma que teve como assessora fiel essa tal de Erenice Guerra que vendia, comprava e alugava tráfico de influência de dentro do palácio do Planalto.
Dilma acha que pode repetir com Aécio o que pensa que fez com Marina. Aí é que ela se engana. Em primeiro lugar Aécio é mineiro, coisa que Dilma não é, apesar de ter nascido por acaso em Belo Horizonte. E mineiro tem uma sagacidade inata que o faz resiliente aos ataques externos. Aécio já provou ter essa fibra no primeiro turno. Em segundo lugar, se Dilma e seus marqueteiros acham que foram os ataques de baixo nível que fizeram Marina retroceder, enganam-se de novo. Os votos em Marina refluíram como seria natural que refluíssem depois de passado o momento emocional da morte de Eduardo Campos. Acabaram por estacionar nos tradicionais 20 e poucos milhões que já era o patamar de Marina antes mesmo de se tornar candidata.
Não foi por artes diabólicas dos marqueteiros que a população brasileira, amedrontada, teria desistido de votar em Marina.
Mas Dilma e sua "troupe" pensam que sim e tentam repetir a dose. É uma pena, porque isso indica que não teremos debate algum. Qualquer coisa que se assemelhe a isso não trará à luz planos de governo ou propostas de mudanças a serem confrontadas. Não temos dois debatedores à mesma altura. Temos um candidato, sério, competente, digno, quer quer mostrar ao eleitor o que já fez em exercício de outros cargos, entre eles o de governador de Minas, o que não é pouca coisa. E, do outro lado, uma senhora despreparada mental e emocionalmente, que só sabe repetir a ladaínha decorada que lhe preparam seus marqueteiros e despejar mentiras e aleivosias contra a pessoa de seu adversário. Aécio saiu-se com elegância desses ataques e chegou a perder a paciência pela insistência da candidata em abaixar o nível.
Logo ela cujos telhados de vidro estão todos trincados sobre sua cabeça!
Mas dona Dilma, fiel ao seu DNA, não quis debater. Quis atacar rasteiramente, envolvendo até mentiras deslavadas, como a que tentou envolver Andréia, irmã de Aécio, com nepotismo. Logo Dilma, que anda aos beijos e abraços com Fernando Collor, Renan Calheiros e a família Sarney. Logo Dilma que teve como assessora fiel essa tal de Erenice Guerra que vendia, comprava e alugava tráfico de influência de dentro do palácio do Planalto.
Dilma acha que pode repetir com Aécio o que pensa que fez com Marina. Aí é que ela se engana. Em primeiro lugar Aécio é mineiro, coisa que Dilma não é, apesar de ter nascido por acaso em Belo Horizonte. E mineiro tem uma sagacidade inata que o faz resiliente aos ataques externos. Aécio já provou ter essa fibra no primeiro turno. Em segundo lugar, se Dilma e seus marqueteiros acham que foram os ataques de baixo nível que fizeram Marina retroceder, enganam-se de novo. Os votos em Marina refluíram como seria natural que refluíssem depois de passado o momento emocional da morte de Eduardo Campos. Acabaram por estacionar nos tradicionais 20 e poucos milhões que já era o patamar de Marina antes mesmo de se tornar candidata.
Não foi por artes diabólicas dos marqueteiros que a população brasileira, amedrontada, teria desistido de votar em Marina.
Mas Dilma e sua "troupe" pensam que sim e tentam repetir a dose. É uma pena, porque isso indica que não teremos debate algum. Qualquer coisa que se assemelhe a isso não trará à luz planos de governo ou propostas de mudanças a serem confrontadas. Não temos dois debatedores à mesma altura. Temos um candidato, sério, competente, digno, quer quer mostrar ao eleitor o que já fez em exercício de outros cargos, entre eles o de governador de Minas, o que não é pouca coisa. E, do outro lado, uma senhora despreparada mental e emocionalmente, que só sabe repetir a ladaínha decorada que lhe preparam seus marqueteiros e despejar mentiras e aleivosias contra a pessoa de seu adversário. Aécio saiu-se com elegância desses ataques e chegou a perder a paciência pela insistência da candidata em abaixar o nível.
Logo ela cujos telhados de vidro estão todos trincados sobre sua cabeça!
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