O Datafolha publica que a popularidade de Dilma caiu para 23%! Que tenha caído depois da eleição é claro que caiu, ou então o povo brasileiro teria passado do limite da estupidez a que tem direito.
O que duvido é que antes da eleição tenha sido de 43%, como chegou a ser divulgado. Com todos aqueles problemas já se acumulando, a inflação já corroendo salários, protestos nas ruas, não era de se acreditar que a Anta do Planalto conseguisse manter aquela popularidade toda.
O que a pesquisa atual demonstra é que a tal popularidade que já vinha caindo, caiu ainda mais.
Isso é muito mais lógico e compreensivel que a presidente ter 42% de ótimo em Dezembro e menos de dois meses depois ter 23%. Não nos esqueçamos que o governo Dilma não começou em janeiro de 2015. Começou em janeiro de 2011! Já era um governo velho e carcomido nas eleições passadas, mas as tais pesquisas ainda insistiam em apontar uma popularidade tão maquiada quanto os números das contas públicas.
Sem que ninguém entendesse como, e com uma falta de transparência nunca vista em eleições desde a redemocratização, foi reeleita no final de Outubro.
Não dava para mudar tudo de uma hora para a outra, não é? Para não perder de vez a credibilidade os institutos teriam preparado uma "transição" dos altos índices para os atuais, pergunto-me? Não sei a resposta, mas os números indicam que pelo menos agora, os resultados das pesquisas se aproximam da realidade. Pena que tenham demorado tanto e a dona já esteja eleita!
De Folha online:
"A presidente da República recebe o pior golpe, com uma inversão total nas opiniões sobre seu governo.Em dezembro passado, Dilma tinha 42% de ótimo/bom e 24% de ruim/péssimo. Agora, marca respectivamente 23% e 44%.São as piores marcas de seu governo e a mais baixa avaliação de um presidente da República..."
domingo, 8 de fevereiro de 2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Última Cartada
Dona Dilma não acerta uma, nem para variar um pouco. Agora conseguiu fazer o que parecia ser impossível: piorar ainda mais a situação da Petrobras.
Ao escolher para presidir a Petrobras, em uma crise dessas, un nome sem credibilidade e já envolvido em uma história mal-contada de empréstimo ilegal a uma "socialite" a presidenta demonstra mais uma vez que não tem preparo algum para ocupar o cargo que ocupa. Não entende o tamanho do problema, não sabe como resolvê-lo e se julga a mais competente das gestoras, como é típico dessa corja ignorante que se acha a maior maravilha, a começar do próprio lider mor, o Exu de Garanhuns.
No fundo, são todos uns reles corruptos que, por um golpe do destino, tiveram a chave dos cofres nas mãos e se lambuzaram de tanto roubar. Não é uma questão ideológica. Ninguém está interessado na administração pública, ninguém está interessado em promover o desenvolvimento do país, ninguém quer melhores condições para o povo brasileiro. O que querem é só a chave do cofre. E não serem pegos.
Até agora, tiveram sucesso nas duas coisas. Mesmo tendo sido pegos, o país não dispõe de instituições para pô-los na cadeia, sem que passem por um interminável processo, que, em nome de uma suposta plena defesa, permite a protelação de decisões até a impunidade.
Ninguém poderá dizer, por exemplo, que os Estados Unidos, ou a França, ou a Alemanha, não disponibilizem aos seus cidadaõs do direito à plena defesa, mas lá os processos não se arrastam por décadas e o Estado é ressarcido do que lhe foi roubado.
A péssima escolha de dona Dilma para a Petrobras só faz provocar mais incerteza, mais insegurança e mais interrogações sobre o futuro dessa ex-grande empresa. Existe porém uma outra explicação, essa talvez mais lógica: é que antes de mais nada dona Dilma, o PT e seu líder máximo necessitam de um dique, uma contenção, um escudo, contra o surgimento de informações que poderiam levá-los às barras dos tribunais mais cedo do que fatalmente irão.
Como a esperança é a última que morre, talvez, dona Dilma esteja jogando sua última cartada, sua derradeira tentativa de estancar o processo por aí.
Ao escolher para presidir a Petrobras, em uma crise dessas, un nome sem credibilidade e já envolvido em uma história mal-contada de empréstimo ilegal a uma "socialite" a presidenta demonstra mais uma vez que não tem preparo algum para ocupar o cargo que ocupa. Não entende o tamanho do problema, não sabe como resolvê-lo e se julga a mais competente das gestoras, como é típico dessa corja ignorante que se acha a maior maravilha, a começar do próprio lider mor, o Exu de Garanhuns.
No fundo, são todos uns reles corruptos que, por um golpe do destino, tiveram a chave dos cofres nas mãos e se lambuzaram de tanto roubar. Não é uma questão ideológica. Ninguém está interessado na administração pública, ninguém está interessado em promover o desenvolvimento do país, ninguém quer melhores condições para o povo brasileiro. O que querem é só a chave do cofre. E não serem pegos.
Até agora, tiveram sucesso nas duas coisas. Mesmo tendo sido pegos, o país não dispõe de instituições para pô-los na cadeia, sem que passem por um interminável processo, que, em nome de uma suposta plena defesa, permite a protelação de decisões até a impunidade.
Ninguém poderá dizer, por exemplo, que os Estados Unidos, ou a França, ou a Alemanha, não disponibilizem aos seus cidadaõs do direito à plena defesa, mas lá os processos não se arrastam por décadas e o Estado é ressarcido do que lhe foi roubado.
A péssima escolha de dona Dilma para a Petrobras só faz provocar mais incerteza, mais insegurança e mais interrogações sobre o futuro dessa ex-grande empresa. Existe porém uma outra explicação, essa talvez mais lógica: é que antes de mais nada dona Dilma, o PT e seu líder máximo necessitam de um dique, uma contenção, um escudo, contra o surgimento de informações que poderiam levá-los às barras dos tribunais mais cedo do que fatalmente irão.
Como a esperança é a última que morre, talvez, dona Dilma esteja jogando sua última cartada, sua derradeira tentativa de estancar o processo por aí.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
No Way
Nas páginas policiais dos jornais, ficamos sabendo que o apelido carinhoso do Renato Duque, o homem do Zé Dirceu na Petrobras, é My Way. Uma graça! (sem trocadilho).
Esse My Way é a chave final desse processo. Ele é quem faz ligação entre o petrolão e Lula, o magnifico, via o onipresente Zé. Por isso, My Way não fala, não abre a boca, prefere tomar alguns anos de cadeia a entregar seus chefes. Ou isso é uma bruta lealdade, ou é medo mesmo. Fico com a segunda hipótese. Há coisas a perder mais que a liberdade, a vida por exemplo. My Way conta ainda com a possibilidade de ficar preso uns 3 ou 4 anos e depois conseguir a tal progressão da pena, ou seja, puro e simples livramento, disfarçado de prisão domiciliar e outros nomes pomposos e politicamente corretos que o Brasil adora adotar.
Pois bem, enquanto isso, prossegue o drama da ex-maior empresa brasileira. Ninguém quer assumir a presidência, claro! E dona Dilma, que não tem consciência do tamanho do problema, acha que com dois telefonemas vai encontrar um capacho babando de vontade de se enfiar nesse espinheiro. A troco de quê? Do salário de presidente de estatal? Do prestígio do cargo?
A Petrobras encontra-se num beco sem saída. Tem uma dívida enorme, maior que o seu patrimônio, a credibilidade destruída, um balanço que ningém vai auditar e pergunta-se, quem será o doido de assinar?
Nesse cenário, a demissão da Graça Foster não ajuda em nada. De qualquer jeito seria ruim. Se ficasse, o sinal para o mercado seria de negligência da presidenta. Saindo, o problema da presidenta é achar um substituto.
Na verdade, para recuperar a Petrobras e sua credibilidade é necessário mais que a saída da diretoria e do Conselho. É necessária a saída da presidenta e seu partido do palácio do planalto. Não há outro jeito. No Way.
Esse My Way é a chave final desse processo. Ele é quem faz ligação entre o petrolão e Lula, o magnifico, via o onipresente Zé. Por isso, My Way não fala, não abre a boca, prefere tomar alguns anos de cadeia a entregar seus chefes. Ou isso é uma bruta lealdade, ou é medo mesmo. Fico com a segunda hipótese. Há coisas a perder mais que a liberdade, a vida por exemplo. My Way conta ainda com a possibilidade de ficar preso uns 3 ou 4 anos e depois conseguir a tal progressão da pena, ou seja, puro e simples livramento, disfarçado de prisão domiciliar e outros nomes pomposos e politicamente corretos que o Brasil adora adotar.
Pois bem, enquanto isso, prossegue o drama da ex-maior empresa brasileira. Ninguém quer assumir a presidência, claro! E dona Dilma, que não tem consciência do tamanho do problema, acha que com dois telefonemas vai encontrar um capacho babando de vontade de se enfiar nesse espinheiro. A troco de quê? Do salário de presidente de estatal? Do prestígio do cargo?
A Petrobras encontra-se num beco sem saída. Tem uma dívida enorme, maior que o seu patrimônio, a credibilidade destruída, um balanço que ningém vai auditar e pergunta-se, quem será o doido de assinar?
Nesse cenário, a demissão da Graça Foster não ajuda em nada. De qualquer jeito seria ruim. Se ficasse, o sinal para o mercado seria de negligência da presidenta. Saindo, o problema da presidenta é achar um substituto.
Na verdade, para recuperar a Petrobras e sua credibilidade é necessário mais que a saída da diretoria e do Conselho. É necessária a saída da presidenta e seu partido do palácio do planalto. Não há outro jeito. No Way.
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