Dilma, a sábia, vai se reunir com representantes da UNE e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra nesta semana para reforçar o "diálogo" com a sociedade.
É inacreditável! Ela não dá "uma dentro". Desde quando conversar com quem te apoia é diálogo?! Não chega a ser nem monólogo, pois essa mulher sapiens, quando abre a boca, não consegue produzir uma frase que faça sentido na língua portuguesa.
Além de ser uma toupeira, falta-lhe um mínimo de assessoria. Alguém deveria lhe dizer que, se alguma chance lhe resta de não se fritar nos tribunais, seria a de ir a público, reconhecer os erros, pedir desculpas e sair de fininho de cena pedindo ao povo para esquecê-la.
Mas, não. Ela resolve radicalizar ainda mais. Vai "conversar" com o MTRST. É demais.
Das duas, uma. Ou ela não tem mesmo a noção do que faz, ou resolveu piorar ainda mais a situação para justificar uma renúncia "honrosa". Aliás, quem falou em renúncia, sem ser perguntado a respeito, foi o líder do governo na Câmara, José Guimarães. Disse ele: “A presidente vai liderar um amplo diálogo com as bancadas, com os partidos, com os empresários, com os movimentos sociais. Vai percorrer o país e não há chance de renunciar”.
Amplo diálogo? Liderado por Dilma? Já sabemos, diálogo com as bancadas e os partidos é o velho "toma-lá, dá-cá"; com os movimentos sociais é o "toma-lá, toma-lá" e com os empresários é o "dá-cá, dá-cá". Esse é o diálogo petista, que só usa essa palavra quando está contra a parede e, mesmo assim, como se viu na televisão na semana passada, insiste em demonizar todos aqueles que não concordam com suas idéias "progressistas".
Como sinal do "diálogo" chamou Renan Calheiros para jantar no palácio da Alvorada. Já que não consegue cooptar Eduardo Cunha, quem sabe o Renan seja mais dócil? Para não ser comida pelo jacaré, Dilma faz amizade com o crocodilo. Que estrategista!
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
sábado, 8 de agosto de 2015
Fadas madrinhas
Imagine a seguinte situação. Você é um cidadão brasileiro, pacato, cumpridor dos seus deveres, trabalha, paga sua contas e seus impostos. De repente, do nada, aparece uma fada madrinha, amiga de seu irmão e começa a depositar todo mês 30 mil reais da sua conta. Ótimo, não?
Mas você não desconfiaria de nada? Não ia procurar saber o motivo de tanta bondade? Mesmo que não fosse 30, mas, digamos, 3 mil reais. Todo mês? A troco de nada?
Outra questão, você iria declarar essa "receita"? Pagaria imposto de renda? E seria declarada sob qual título? Receita Extraordinária decorrente da bondade alheia? Doações mensais permanentes?
Pois foi isso o que aconteceu com o irmão do Zé Dirceu, Luiz Eduado de Oliveira e Silva, segundo ele mesmo confessou ao juiz Sérgio Moro. De repente, passou a receber 30 mil reais todo mês, pagos pelo lobista Pascowitch, amigo de seu irmão, e ele nunca soube ou procurou saber a origem do dinheiro, nem o motivo desses pagamentos serem feitos.
É muita cara-de-pau, um marmanjão desses, um homem velho e calejado, querendo posar de virgem vestal na frente de um juiz! É um tapa da cara de todos os brasileiros que levantam cedo e vão pegar no batente para pagar os impostos que sustentam essa turma que nunca fez nada, que nunca trabalhou!
O que fez Dirceu na vida além de politicagem e conchavos? O que ele produziu de bom e útil para o seu país, tendo ocupado os cargos que ocupou? Quando ministro da Casa Civil a única coisa que sabemos que ele fez foi criar e costurar essa quadrilha, essa organização criminosa para assaltar os cofres públicos.
No Brasil deveríamos ter pena de prisão perpétua e aplicar uma pena dessas na figura abjeta do Zé. Ele deveria ser jogado na cela e lá mofar até o fim dos seus dias, junto com seu comparsa que ainda está solto. Não por muito tempo.
Mas você não desconfiaria de nada? Não ia procurar saber o motivo de tanta bondade? Mesmo que não fosse 30, mas, digamos, 3 mil reais. Todo mês? A troco de nada?
Outra questão, você iria declarar essa "receita"? Pagaria imposto de renda? E seria declarada sob qual título? Receita Extraordinária decorrente da bondade alheia? Doações mensais permanentes?
Pois foi isso o que aconteceu com o irmão do Zé Dirceu, Luiz Eduado de Oliveira e Silva, segundo ele mesmo confessou ao juiz Sérgio Moro. De repente, passou a receber 30 mil reais todo mês, pagos pelo lobista Pascowitch, amigo de seu irmão, e ele nunca soube ou procurou saber a origem do dinheiro, nem o motivo desses pagamentos serem feitos.
É muita cara-de-pau, um marmanjão desses, um homem velho e calejado, querendo posar de virgem vestal na frente de um juiz! É um tapa da cara de todos os brasileiros que levantam cedo e vão pegar no batente para pagar os impostos que sustentam essa turma que nunca fez nada, que nunca trabalhou!
O que fez Dirceu na vida além de politicagem e conchavos? O que ele produziu de bom e útil para o seu país, tendo ocupado os cargos que ocupou? Quando ministro da Casa Civil a única coisa que sabemos que ele fez foi criar e costurar essa quadrilha, essa organização criminosa para assaltar os cofres públicos.
No Brasil deveríamos ter pena de prisão perpétua e aplicar uma pena dessas na figura abjeta do Zé. Ele deveria ser jogado na cela e lá mofar até o fim dos seus dias, junto com seu comparsa que ainda está solto. Não por muito tempo.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Intelequituais
É triste perceber que os ídolos da nossa juventude (toda juventude tem ídolos) envelheceram. Aliás, eu me corrijo, envelheceram não, passaram do ponto, ficaram obsoletos.
Envelhecer é bonito, é agregar sabedoria, é tornar-se uma pessoa melhor, mais tolerante, mais paciente e até mesmo mais otimista, pois sabe que o que nos parece trágico quando somos joves, pode se tornar patético ou ridículo quando ficamos mais velhos.
Os nossos ídolos passaram do ponto. Um exemplo é a figura patética do Fidel, ainda liderando, junto com o irmão, uma das ditaduras mais longevas do planeta. A figura do Che, que estampava camisetas rebeldes, já vai se tornando um símbolo esquecido, empoeirado, como daqui a pouco a foice e o martelo já não dirão mais nada aos joves de vinte e poucos anos.
Junto com esses emblemas de um passado que passou, acabou, restam figuras como a do Veríssimo, Luiz Carlos Barreto, Fernando Moraes e José de Abreu. Alguém aí de menos de trinta sabe quem é, ou melhor, quem foi Luiz Carlos Barreto?
Já na minha juventude se dizia que "não se pode confiar em ninguém com mais de trinta anos". É claro! As coisas mudam rápido em quando não se atualiza fica-se obsoleto muito cedo. Obsoleto e ultrapassado!
Foi o que ocorreu com esses senhores, chamados de "intelequituais" pela imprensa. Queria eu saber quem é que confere esse título a alguém? Com certeza não é a Academia de Ciências de Estocolmo.
Voltando ao assunto, a constatação dessa obsolescência fica mais clara quando se confrontam as opiniões desses "sábios" sobre a prisão do chefe Zé Dirceu. Disse o Barretão: "José Dirceu não é um bandido. Ele lutou e arriscou a vida dele pela democracia, conduziu um partido ao poder e estabeleceu um projeto"
E emendou Fernando Moraes: "Na verdade, não é nem o Dirceu nem a Dilma que querem, mas o Lula. O problema é 2018. Eu acho que ele acabou sendo vitimado por isso". Completando a série mais um zumbi falou, dessa vez o Veríssimo: "pelo que o José Dirceu significa, mesmo que sua prisão não fosse politica, seria política"
É vergonhoso para um país ter intelectuais dessa estirpe. O que estão dizendo é que pessoas como Dirceu estão acima da lei e que, pelo fato de que um dia teriam lutado contra uma ditadura militar (embora a favor de outra ditadura), agora podem fazer o que quiserem. Estão imunes! Fora do alcance da lei!
Esses chamados intelectuais deviam é aproveitar a ocasião e ajudar a melhorar os nossos padrões éticos, estabelecendo que pessoas como José Dirceu teriam que ser os primeiros dar os exemplos de conduta ética e política correta.
Envelhecer é bonito, é agregar sabedoria, é tornar-se uma pessoa melhor, mais tolerante, mais paciente e até mesmo mais otimista, pois sabe que o que nos parece trágico quando somos joves, pode se tornar patético ou ridículo quando ficamos mais velhos.
Os nossos ídolos passaram do ponto. Um exemplo é a figura patética do Fidel, ainda liderando, junto com o irmão, uma das ditaduras mais longevas do planeta. A figura do Che, que estampava camisetas rebeldes, já vai se tornando um símbolo esquecido, empoeirado, como daqui a pouco a foice e o martelo já não dirão mais nada aos joves de vinte e poucos anos.
Junto com esses emblemas de um passado que passou, acabou, restam figuras como a do Veríssimo, Luiz Carlos Barreto, Fernando Moraes e José de Abreu. Alguém aí de menos de trinta sabe quem é, ou melhor, quem foi Luiz Carlos Barreto?
Já na minha juventude se dizia que "não se pode confiar em ninguém com mais de trinta anos". É claro! As coisas mudam rápido em quando não se atualiza fica-se obsoleto muito cedo. Obsoleto e ultrapassado!
Foi o que ocorreu com esses senhores, chamados de "intelequituais" pela imprensa. Queria eu saber quem é que confere esse título a alguém? Com certeza não é a Academia de Ciências de Estocolmo.
Voltando ao assunto, a constatação dessa obsolescência fica mais clara quando se confrontam as opiniões desses "sábios" sobre a prisão do chefe Zé Dirceu. Disse o Barretão: "José Dirceu não é um bandido. Ele lutou e arriscou a vida dele pela democracia, conduziu um partido ao poder e estabeleceu um projeto"
E emendou Fernando Moraes: "Na verdade, não é nem o Dirceu nem a Dilma que querem, mas o Lula. O problema é 2018. Eu acho que ele acabou sendo vitimado por isso". Completando a série mais um zumbi falou, dessa vez o Veríssimo: "pelo que o José Dirceu significa, mesmo que sua prisão não fosse politica, seria política"
É vergonhoso para um país ter intelectuais dessa estirpe. O que estão dizendo é que pessoas como Dirceu estão acima da lei e que, pelo fato de que um dia teriam lutado contra uma ditadura militar (embora a favor de outra ditadura), agora podem fazer o que quiserem. Estão imunes! Fora do alcance da lei!
Esses chamados intelectuais deviam é aproveitar a ocasião e ajudar a melhorar os nossos padrões éticos, estabelecendo que pessoas como José Dirceu teriam que ser os primeiros dar os exemplos de conduta ética e política correta.
E ainda o Barretão, useiro e vezeiro de dinheiro público fácil e barato via Lei Rouanet, finge se esquecer que Dirceu não lutou por democracia alguma.
E o Fernando Moraes, um caso perdido de deformação ideológica, insiste em inventar um grupo fictício, "eles", que teria interesse em trancafiar Lula por causa de uma simples disputa de poder em 2018. É pensar pequeno demais. Tudo se resume a uma disputa eleitoral. No Brasil não podem existir cidadãos éticos e corajosos como o juiz Sérgio Moro, não. Na visão tacanha e reducionista desse pretenso escritor, as pessoas só podem pensar no próprio umbigo. Talvez ele esteja contaminado por algum vírus transmitido pela convivência estreita com os ditadores da ilha caribenha.
Outro que está contaminado, mas é pelo vírus da Dilma, é o Veríssimo. Como a gente vai deixar a meta aberta e quando atingí-la a gente vai duplicar, o Verissimo pensa que qualquer prisão do Zé é política, mesmo que não seja. Então tá, então.
E o Fernando Moraes, um caso perdido de deformação ideológica, insiste em inventar um grupo fictício, "eles", que teria interesse em trancafiar Lula por causa de uma simples disputa de poder em 2018. É pensar pequeno demais. Tudo se resume a uma disputa eleitoral. No Brasil não podem existir cidadãos éticos e corajosos como o juiz Sérgio Moro, não. Na visão tacanha e reducionista desse pretenso escritor, as pessoas só podem pensar no próprio umbigo. Talvez ele esteja contaminado por algum vírus transmitido pela convivência estreita com os ditadores da ilha caribenha.
Outro que está contaminado, mas é pelo vírus da Dilma, é o Veríssimo. Como a gente vai deixar a meta aberta e quando atingí-la a gente vai duplicar, o Verissimo pensa que qualquer prisão do Zé é política, mesmo que não seja. Então tá, então.
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