A era PT acabou. Desfez-se o sonho, ou melhor, a mentira; e a realidade bruta, crua e nua, se impôe. Todos os brasileiros estão sentindo o sufoco da inflação trotante e que, rapidamente, vai se tornando galopante, a corroer os salários. Quase todos estão enojados com a corrupção que esse partido institucionalizou no país. Já está até cansativo acompanhar a Lava Jato. Já nem sabemos se o roubo foi de milhões, bilhões, zilhões...
Mais uma vez, no último final de semana, o povo foi às ruas para gritar "Fora, Dilma!", "Fora Lula!" e "Fora, PT!". Exatamente essas foram as palavras de ordem das multidões! O país, o povo desse país não quer mais esse governo. Ponto final!
Democracia é satisfazer a vontade desse mesmo povo. Infelizmente não vivemos em um regime parlamentarista, mas está na hora de levar essa discussão a sério. No parlamentarismo o governo já teria caído, junto com o parlamento.
É obvio que isso não interessa áqueles que se aproveitam dos mandatos para satisfazer a seus interesses pessoais, pois no regime parlamentar não há mandatos fixos. O governo pode cair a qualquer momento e a qualquer momento novas eleições podem ser convocadas. Basta a vontade popular. Portanto apesar dessa gritaria de que a legitimidade do mandato da Anta tem que ser preservada, isso é uma balela e mais uma mentira. O que tem que ser preservado, numa democracia, é a vontade popular.
E o povo brasileiro está dizendo "Basta!" já há alguns meses. Os detentores do poder estão fingindo que não escutam. Estão colocando a paz social em risco, pois se a voz do povo não se fizer ouvir por bem, acabará por se fazer ouvir por mal. Até agora os líderes tem conclamado, e o povo tem atendido, o apelo de fazer as manifestações pacificamente. Mas o caldeirão está se enchendo e uma hora vai entornar. Isso não é desejável porque a violência desanda e não se sabe onde vai parar, nem quais as consequências daí advirão.
Outro grande problema é que, se não se consegue uma solução em curto prazo, a classe política, que é quem deveria dar conta de resolver esse problema político, cai mais em descrédito. O povo está perdendo as esperanças de que a oposição e a classe politica em geral possam resolver esse problema. Mas fora da política qual seria a solução, senão uma ditadura? Não é por mais, nem por menos, que muita gente anda clamando por uma ação das Forças Armadas. Quem pede que as Forças Armadas intervenham é quem não acredita mais nos políticos.
Sem uma resposta adequada dos políticos, esse movimento pedindo a intervenção militar só vai crescer, até que alguma coisa de fato aconteça. Não há vácuo na política e muito menos no poder. É preciso que um líder, um estadista, conduza essa transição pós-PT.
Esse líder já está aí. Só não sabemos quem é. Na hora H ele aparece. Torçamos para que apareça um estadista, um homem de bem, de caudilhos e canalhas estamos cheios.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Já caiu!
"Não vou mexer nos direitos dos trabalhadores, nem que a vaca tussa". Mexeu! "Não vou aumentar os juros!" Aumentou! "A inflação está sob controle!" A inflação explodiu! "Ajuste fiscal só interessa aos banqueiros e aos amigos dos banqueiros!" Nomeou alto funcionário do Bradesco como ministro da Fazenda! "Eles vão privatizar a Petrobras!" Está privatizando a Petrobras aos pedaços. "Não vou sair do governo!". Já saiu.
Essa é a anta que pensa que ainda é presidente do Brasil. De tudo o que fala, a maior parte não faz sentido e a outra parte é exatamente o contrário do que acontece na realidade.
A Petrobras sempre foi um símbolo ideológico manipulado pela esquerda, como se fosse sua propriedade. Essa esquerda, que mistura um falso nacionalismo com um discurso burro anticapitalista, sempre usou a Petrobras, até então um orgulho do Brasil, como um símbolo da "resistência nacional ao imperialismo ianque". Usou e abusou, sabe-se agora. Quebrou a ex-maior empresa do país. E agora, a versão feminina de Lula mandou retalhar a Petrobras e vender os pedaços, como carne no açougue. E, obviamente, está vendendo só as jóias da coroa, as melhores partes, pois ninguém é bobo de botar dinheiro em empresa falida ou com pouca margem de lucro.
A Petrobras então está se desfazendo de ativos importantes para fazer caixa. Isso ocorre depois de ter feito a maior capitalização da história do mundo, ainda no mandato do Exu Nove-Dedos!
Piorando a situação, a BR distribuidora foi posta à venda em no pior momento para se fazer isso. Quem a comprar vai fazê-lo na bacia das almas, com o preço vilipendiado e, depois da tempestade, o que sobrará da empresa-símbolo? Será só o símbolo da derrocada de uma falsa ideologia, que, no fundo, no fundo, só queria chegar ao poder para usufruir das benesses que, pensavam, os outros usufruiam. E por conta disso destruiu a economia do país e a sua empresa-símbolo.
A Petrobras será privatizada aos pedaços e sem que a palvara privatização seja mencionada, pois o petismo é mestre no uso de eufemismos para camuflar a realidade. Só que os eufemismos petistas não enganam a mais ninguém. A era deles acabou e só eles não perceberam isso, como dona Dilma já caiu, mas pensa que ainda é presidente.
Essa é a anta que pensa que ainda é presidente do Brasil. De tudo o que fala, a maior parte não faz sentido e a outra parte é exatamente o contrário do que acontece na realidade.
A Petrobras sempre foi um símbolo ideológico manipulado pela esquerda, como se fosse sua propriedade. Essa esquerda, que mistura um falso nacionalismo com um discurso burro anticapitalista, sempre usou a Petrobras, até então um orgulho do Brasil, como um símbolo da "resistência nacional ao imperialismo ianque". Usou e abusou, sabe-se agora. Quebrou a ex-maior empresa do país. E agora, a versão feminina de Lula mandou retalhar a Petrobras e vender os pedaços, como carne no açougue. E, obviamente, está vendendo só as jóias da coroa, as melhores partes, pois ninguém é bobo de botar dinheiro em empresa falida ou com pouca margem de lucro.
A Petrobras então está se desfazendo de ativos importantes para fazer caixa. Isso ocorre depois de ter feito a maior capitalização da história do mundo, ainda no mandato do Exu Nove-Dedos!
Piorando a situação, a BR distribuidora foi posta à venda em no pior momento para se fazer isso. Quem a comprar vai fazê-lo na bacia das almas, com o preço vilipendiado e, depois da tempestade, o que sobrará da empresa-símbolo? Será só o símbolo da derrocada de uma falsa ideologia, que, no fundo, no fundo, só queria chegar ao poder para usufruir das benesses que, pensavam, os outros usufruiam. E por conta disso destruiu a economia do país e a sua empresa-símbolo.
A Petrobras será privatizada aos pedaços e sem que a palvara privatização seja mencionada, pois o petismo é mestre no uso de eufemismos para camuflar a realidade. Só que os eufemismos petistas não enganam a mais ninguém. A era deles acabou e só eles não perceberam isso, como dona Dilma já caiu, mas pensa que ainda é presidente.
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Nem anéis, nem dedos
A ainda presidente Dilma está jogando as suas últimas cartadas e, fiel ao seu estilo e ao estilo de seu partido, não revela o menor escrúpulo. Vale tudo para permanecer sentada naquela cadeira, como um dois de paus, pois governar já não governa mesmo, coisa que, aliás, quando quis fazer, nos trouxe a esse buraco em que estamos.
Mas deixar o poder? Jamais, isso não faz parte da cartilha petista. Não querem deixá-lo por várias razões e não somente pelas razões óbvias de não quererem largar a têta.
O problema deles agora nem é esse. O problema é que, ao sairem do governo, sabem que a avalanche de denúncias contra o que fizeram na administração pública não vai deixar pedra sobre pedra. Por isso a ordem para a madama é ir se agüentando como puder, segurando daqui e dali, adiando o desfecho inevitável até que possa ser vislumbrada uma solução de compromisso que poupe o Molusco. A tentativa agora é salvar a pele dele, já que nada mais pode ser salvo, nem os anéis, nem os dedos (os nove que ainda restam).
Por isso, Dilma nem vai e nem vem. Já mandou o ajuste fiscal às favas. Hoje ao conceder mais benesses ao setor automobilístico, que mensagem passou? A de que a agenda de Joaquim Levy já era. Que ajuste fiscal que nada! Isso vai ficar para o sucessor, se quiser e seja ele quem for. Como ratos em navio que está naufragando, cada um vai procurando a sua tábua de salvação, um pedaço de pau que lhe sirva de jangada para não afundar junto com a nau. Apesar da dieta que diz estar fazendo, Dilma nunca jantou tanto desde que assumiu o mandato. Foi janta com Janot e alguns ministros do Supremo, com Renan Calheiros, com Lewandowski em Portugal, às escondidas. E agora resolve soltar mais um pacote de "bondades". Uma incoerência para quem está sem dinheiro e querendo aumentar os impostos. Uma incoerência para quem está mantendo uma taxa de juros de 14,25% ao ano para reprimir a demanda e, dizem, conter a inflação. Com isso a governanta mostra que não há o menor planejamento, nem agenda, nem metas, nem nada. Vai tudo ao sabor do vento, dos rompantes, dos palpites e do improviso.
Dilma só age em função de prorrogar a agonia de seu mandato. Esse pacote é para "comprar" o apoio da Fiesp, nada mais, nada menos. Já cooptou Renan, sabe-se lá como e com que moeda. Já entronizou Janot em novo mandato com a missão explícita de bombardear Eduardo Cunha, no qual ela e Lula vêem o maior risco. Movimentos para cá e pra lá só no sentido de salvar o que não pode mais ser salvo. Enquanto isso o país que se dane! Vão acabar saindo, mas querem quebrar tudo primeiro. Esse é o legado do PT.
Mas deixar o poder? Jamais, isso não faz parte da cartilha petista. Não querem deixá-lo por várias razões e não somente pelas razões óbvias de não quererem largar a têta.
O problema deles agora nem é esse. O problema é que, ao sairem do governo, sabem que a avalanche de denúncias contra o que fizeram na administração pública não vai deixar pedra sobre pedra. Por isso a ordem para a madama é ir se agüentando como puder, segurando daqui e dali, adiando o desfecho inevitável até que possa ser vislumbrada uma solução de compromisso que poupe o Molusco. A tentativa agora é salvar a pele dele, já que nada mais pode ser salvo, nem os anéis, nem os dedos (os nove que ainda restam).
Por isso, Dilma nem vai e nem vem. Já mandou o ajuste fiscal às favas. Hoje ao conceder mais benesses ao setor automobilístico, que mensagem passou? A de que a agenda de Joaquim Levy já era. Que ajuste fiscal que nada! Isso vai ficar para o sucessor, se quiser e seja ele quem for. Como ratos em navio que está naufragando, cada um vai procurando a sua tábua de salvação, um pedaço de pau que lhe sirva de jangada para não afundar junto com a nau. Apesar da dieta que diz estar fazendo, Dilma nunca jantou tanto desde que assumiu o mandato. Foi janta com Janot e alguns ministros do Supremo, com Renan Calheiros, com Lewandowski em Portugal, às escondidas. E agora resolve soltar mais um pacote de "bondades". Uma incoerência para quem está sem dinheiro e querendo aumentar os impostos. Uma incoerência para quem está mantendo uma taxa de juros de 14,25% ao ano para reprimir a demanda e, dizem, conter a inflação. Com isso a governanta mostra que não há o menor planejamento, nem agenda, nem metas, nem nada. Vai tudo ao sabor do vento, dos rompantes, dos palpites e do improviso.
Dilma só age em função de prorrogar a agonia de seu mandato. Esse pacote é para "comprar" o apoio da Fiesp, nada mais, nada menos. Já cooptou Renan, sabe-se lá como e com que moeda. Já entronizou Janot em novo mandato com a missão explícita de bombardear Eduardo Cunha, no qual ela e Lula vêem o maior risco. Movimentos para cá e pra lá só no sentido de salvar o que não pode mais ser salvo. Enquanto isso o país que se dane! Vão acabar saindo, mas querem quebrar tudo primeiro. Esse é o legado do PT.
Marcadores:
Dilma,
impeachment,
mandato,
PT
Assinar:
Postagens (Atom)
Seguidores do Blog
Blogs que sigo
No Twitter:
Wikipedia
Resultados da pesquisa