Como estão bonzinhos os petralhas! Todos querendo paz e reclamando do acirramento da polarização política! Logo eles, que derramaram palavras de ódio enquanto puderam, que tentaram jogar uma classe social contra a outra, que acusaram uma suposta elite de ser responsável por todos os males do país, até pelos erros que eles mesmos cometeram, e que não foram poucos.
Foram eles que ameaçaram seus concidadãos com o exército do Srédile, foram eles, via presidente da CUT, que disseram, na presença da presidente da República, que iriam de armas na mão se entrincheirar para defender-lhe o mandato.
E, mesmo diante da exposição de todos os crimes cometidos por essa organização criminosa, continuaram a vociferar contra aqueles cidadãos, pacatos, que lutavam para acabar com esse estado lastimável da administração pública. Chamaram-nos e ainda nos chamam de golpistas. Mesmo depois de investigado, o seu líder instigava a "militância" a sair à rua para defendê-lo e para "bater" nos coxinhas.
Eles só entendem essa linguagem. Para eles, a política se resolve na força bruta, em bater nos adversários, ou então em mandá-los enfiar os processos.
Uma expoente do pensamento petralha, uma múmia do stalinismo, que se diz filósofa, Marilena Chauí, resumiu tudo em uma frase: "eu odeio a classe média!". Foram essas as suas palavras: "eu odeio...".
Portanto seria de se espantar, se não os conhecêssemos, que de repente desfraldem a bandeira branca e comecem a pregar paz e amor. Agora não dá, meus queridos! para dizer como a presidanta. Agora não dá mais!
Agora é a hora do confronto mesmo (da nossa parte, civilizado, usando os mecanimos institucionais, não batendo nos outros).
É o momento em que as trincheiras já estão definidas e se não querem o confronto, então convençam a sua presidanta a renunciar. Se o acirramento das posições vai se manter ou não, só depende de vocês.
segunda-feira, 28 de março de 2016
domingo, 27 de março de 2016
A colaboração "definitiva" e o Departamento do Pixuleco
A Odebrecht tem o desplante de ainda se julgar capaz de ditar as regras e definir o ritmo da Operação Lava Jato. Em seu manifesto da semana passada, aponta sua disposição de "colaborar definitivamente" com a Operação.
De cara já vem uma confissão, a de que nas vezes anteriores em que disse estar colaborando com as investigações, estava, na verdade, administrando, ou tentando administrar, as informações que dava ao Ministério Público. Só agora está disposta a colaborar "definitivamente". Vamos acreditar!
Uma empresa que mantinha um departamento para o controle de propinas (o Pixuleco's department) deve ter realmente um "know-how" fabuloso nessa área e sabe muito bem como "administrar" as informações que sejam de seu interesse que venham a público ou não.
É isso que deve ser levado em conta quando as informações dessa colaboração "definitiva" forem analisadas. Já no passado, a mesma Odebrecht jogou areia no ventilador da CPI da Empreiteiras (1993), ao difundir a "informação" de que todos os políticos de todos os matizes e partidos estariam recebendo propina de seu Departamento do Pixuleco. No telefone de Marcelo Odebrecht, há uma referência a isso, com o nome "Armadilha Bisol/contra-infos. RA? EA/Veja?". Esse nivelamento entre todos, acabou por derrubar a CPI, que minguou e não concluiu coisa alguma.
Tivemos que esperar mais 23 anos para finalmente a poderosa Odebrecht cair nas malhas da Justiça. E, mesmo depois de ter seu CEO e então presidente preso, continuou a manter o funcionamento do Departamento do Pixuleco, o que demonstra que a empresa, além de não respeitar as leis, não teme também a justiça de seu país. Está mal acostumada.
Agora, parece que a "ficha caiu", mas é melhor ficarmos todos de olho, para que os administradores do pixuleco não venham novamente com outra história de enganar trouxa, querendo melar a Lava jato por falta de político honesto para dar prosseguimento institucional ao processo. Felizmente temos uma força-tarefa imune às kogadas políticas, um juiz exemplar e corajoso e uma sociedade desperta e alerta e que já não espera da classe política uma solução.
A sociedade brasileira sabe agora que a solução somos todos nós, juntos, e que, doa a quem doer, lugar de ladrão é na cadeia.
De cara já vem uma confissão, a de que nas vezes anteriores em que disse estar colaborando com as investigações, estava, na verdade, administrando, ou tentando administrar, as informações que dava ao Ministério Público. Só agora está disposta a colaborar "definitivamente". Vamos acreditar!
Uma empresa que mantinha um departamento para o controle de propinas (o Pixuleco's department) deve ter realmente um "know-how" fabuloso nessa área e sabe muito bem como "administrar" as informações que sejam de seu interesse que venham a público ou não.
É isso que deve ser levado em conta quando as informações dessa colaboração "definitiva" forem analisadas. Já no passado, a mesma Odebrecht jogou areia no ventilador da CPI da Empreiteiras (1993), ao difundir a "informação" de que todos os políticos de todos os matizes e partidos estariam recebendo propina de seu Departamento do Pixuleco. No telefone de Marcelo Odebrecht, há uma referência a isso, com o nome "Armadilha Bisol/contra-infos. RA? EA/Veja?". Esse nivelamento entre todos, acabou por derrubar a CPI, que minguou e não concluiu coisa alguma.
Tivemos que esperar mais 23 anos para finalmente a poderosa Odebrecht cair nas malhas da Justiça. E, mesmo depois de ter seu CEO e então presidente preso, continuou a manter o funcionamento do Departamento do Pixuleco, o que demonstra que a empresa, além de não respeitar as leis, não teme também a justiça de seu país. Está mal acostumada.
Agora, parece que a "ficha caiu", mas é melhor ficarmos todos de olho, para que os administradores do pixuleco não venham novamente com outra história de enganar trouxa, querendo melar a Lava jato por falta de político honesto para dar prosseguimento institucional ao processo. Felizmente temos uma força-tarefa imune às kogadas políticas, um juiz exemplar e corajoso e uma sociedade desperta e alerta e que já não espera da classe política uma solução.
A sociedade brasileira sabe agora que a solução somos todos nós, juntos, e que, doa a quem doer, lugar de ladrão é na cadeia.
quinta-feira, 24 de março de 2016
Impeachment inevitável
Com falta de ar o governo corre para a UTI do Supremo. Ficará lá tomando soro e respirando por aparelhos sem se importar que o país espera o desenlace para seguir em frente. O desenlace, entretanto, é fatal. Não tem mais volta. Vai ter o impeachment. Só que se aquela senhora renunciasse pouparia a si e a todos nós, mais algumas semanas de desgaste.
Ela devia compreender que em política há momentos em que é impossível mudar o curso das coisas. Afinal, se ela chegou arrastando esse governo até aqui, já foi muito, já foi demais. Uma governante sem popularidade alguma, detestada até pelos militantes do seu partido, sem capacidade de articulação política, sem carisma, sem inteligência, sem capacidade gerencial, sem traquejo, que levou a economia do país a essa derrocada histórica e com todas essas demonstrações de corrupção recordista mundial, chegou até longe demais.
Se não fosse a militância fanáticamente religiosa do seu partido, se não tivesse cooptado os movimentos sociais e se não fosse a leniência de uma oposição ridícula já teria caído.
Portanto, essa corrida à UTI é uma tentativa desesperada de sobrevida que só vai atrasar o processo de recuperação do país e a cura e cicatrização das feridas institucionais que ela e seu partido provocaram. Mas, ela pensa que tem que ser fiel ao seu mito de guerrilheira esquerdista. Não é capaz de compreender que o jogo está perdido e que o mito mentiroso da esquerda brasileira será jogado na lata de lixo da história.
Ela devia compreender que em política há momentos em que é impossível mudar o curso das coisas. Afinal, se ela chegou arrastando esse governo até aqui, já foi muito, já foi demais. Uma governante sem popularidade alguma, detestada até pelos militantes do seu partido, sem capacidade de articulação política, sem carisma, sem inteligência, sem capacidade gerencial, sem traquejo, que levou a economia do país a essa derrocada histórica e com todas essas demonstrações de corrupção recordista mundial, chegou até longe demais.
Se não fosse a militância fanáticamente religiosa do seu partido, se não tivesse cooptado os movimentos sociais e se não fosse a leniência de uma oposição ridícula já teria caído.
Portanto, essa corrida à UTI é uma tentativa desesperada de sobrevida que só vai atrasar o processo de recuperação do país e a cura e cicatrização das feridas institucionais que ela e seu partido provocaram. Mas, ela pensa que tem que ser fiel ao seu mito de guerrilheira esquerdista. Não é capaz de compreender que o jogo está perdido e que o mito mentiroso da esquerda brasileira será jogado na lata de lixo da história.
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