sábado, 27 de outubro de 2018

As pesquisas

Era previsível as pequisas Datafolha e Ibope apresentarem, na reta final, os votos em Bolsonaro caindo e os do Haddad subindo. Isso é mais uma fake news.
Nada me convence que, a esta altura do segundo turno, eleitores que iam votar no Bolsonaro tenham resolvido votar no poste do Lula! Não dá!

Mas as pesquisas, pouco se incomodando com a falta de credibilidade a que se submeterão, continuam a fazer o jogo sujo da esquerda, criando uma hipotética virada para influenciar principalmente os indecisos e aqueles que estão dispostos a anular o voto ou votar em branco.

A se considerar as pesquisas Datafolha e Ibope, Dilma teria sido eleita senadora por MG. Ficou em quarto lugar. O segundo turno para eleição do governador seria disputado entre Anastasia e Pimentel, com Anastasia em primeiro lugar. O resultado foi que Pimentel nem passou para o segundo turno e Anastasia foi superado por Zema, até então, um  ilustre desconhecido dos mineiros.

Diante desse quadro, só nos resta refugiarmo-nos no Instituto Paraná, que foi  quem mais acertou no primeiro turno.

Mas a grande pesquisa, a única que vale, será feita amanhã, o dia em que devemos marcar como o dia do fim do lulo-petismo. A nação brasileira, que já começou a depurar a política no primeiro turno,vai acabar de enterrar as pretensões hegemônicas e totalitárias do PT amanhã.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

O fenômeno Bolsonaro

Bolsonaro é um fenômeno político e social. O príncipe dos sociólogos deve estar se remoendo, pois nenhuma das decantadas teorias sócio-políticas previu a ocorrência desse fenômeno.
Só que, sem serem sociólogos, qualquer butequeiro ou motorista de táxi (e todos tem o meu respeito) já sabia:  os tucanos falharam em sua principal e, talvez, única virtude, que seria deter o PT, acabar com a farra do PT com o dinheiro público, impedir a hegemonia autoritária do PT.

O PSDB se esquivou dessa tarefa muitas vezes. Principiou no mensalão. Durante todo o processo não se ouviu um pio da ave emplumada. Nada. Parecia que estavam em outro planeta.
Agora sabemos por quê. É que o alto tucanato estava também envolvido nas mesmíssimas maracutaias e não podia atirar, nem a primeira, nem a última pedra. Tudo terminou com a publicação do diálogo gravado entre Aécio e Wesley da JBS. A partir daí o PSDB perdeu de vez seus eleitores, que migraram para onde? Não seria para o PT.

Surgiu então um deputado meio tosco, do baixo clero, um não-intelectual, que condensava em seu discurso algumas besteiras, mas também e principalmente uma mensagem clara de repúdio a tudo o que essa esquerda fez ao país. E mais, esse deputado tinha dois trunfos inegáveis: não estava envolvido em corrupção e transmite sinceridade no que diz. É um político diferente desses da velha política, que escapam pela tangente às perguntas difíceis. Bolsonaro não.  Bolsonaro responde. E responde sinceramente, o que lhe deu às vezes algumas dores de cabeça e o fez dizer coisas insensatas, das quais pode ter se arrependido, ou que tenha dado munição aos seus adversários. Mas não importa, o que fica é a imagem de alguém que pensa e fala o que pensa, mas que é capaz de ter humildade para rever posições e admitir que não domina certos áreas. E nem poderia.

Não é um demiurgo, feito o Lula. Bolsonaro é o anti-Lula. E por isso vai ganhar essa eleição. E o PSDB, que recusou a si mesmo esse papel, desaparecerá da cena política brasileira. Foi a inércia do PSDB que criou o fenômeno Bolsonaro. Talvez para o melhor, esperamos e confiamos.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Petismo com Xampu

O PSDB afinal se revelou ser um partido sem espinha dorsal. Fazia um contraponto ao PT, mas tudo era apenas questão de poder. Ideologicamente, ambos a mesma bosta.

Os dois estão no mesmo espectro, o da chamada esquerda brasileira. A diferença é que o PSDB é mais bonitinho, mais asseadinho, mais burguesinho, ou seja, um tucano nada mais é que um petista com xampu.

Sim, porque os petistas, fundamentalistas que são, podem ser reconhecidos de longe, pela cara enraivecida, pelas barbas e cabelos sebentos, pelas roupas de um movimento hippie anacrônico, pelas sandálias! Homens, mulheres e demais gêneros são vistos em nichos "culturais" ou em repartições públicas, seu habitat preferido, quando não nos bancos das universidades fazendo uma eterna graduação ou uma "pós".

Já os tucanos gostam de ser vistos como intelectuais finos, alguns admitem até o figurino neo-liberal, que de liberal não tem nada. FHC é seu líder máximo! Mas qual a contribuição que esse líder deu ao Brasil em tempos de lava jato? Uma defesa envergonhada, talvez porque soubesse das falcatruas em que seus próceres (Aécio à frente) estavam metidos.

Ambos, PSDB e PT estiveram no governo. Em conjunto foram 22 anos! Uma geração inteira, nasceu e cresceu sem conhecer outra gente no governo. E hoje nos deparamos com esse assalto à nação, que atingiu o paroxismo no governo petista, mas já era prática corrente nos governos anteriores. O PSDB nada fez para mudar essa prática e ainda hoje só faz ajudar o Brasil andar para trás.

Essa última cartinha de FHC foi um vexame! Conclamar os demais grupos políticos, incluindo o centrão para tomar mais uma vez o poder foi demais. E não se ouviu uma palavra dos tucanos sobre o atentado político ao candidato Bolsonaro!

O lado bom é que os tucanos tiraram as penas de uma vez e perderam o rumo. Já não representam mais uma força política. Acabaram-se como seu candidato, que está se desmilinguindo em praça pública e não sabe se corre para esquerda ou pra direita.

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