O deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB) - guardem esse nome - candidato a presidente da Câmara, está há 42 anos vagando no Congresso Nacional! Que espanto! Você já tinha ouvido falar nele? Nem eu.
Como é que um político, sem apresentar ao menos um projeto que preste, consegue ser eleito e reeleito por 42 anos consecutivos para um mandato representativo? A quem ele tem representado, nesses 42 anos? E quem é que vota nele?
Para mim isso é um mistério insondável, só possível de acontecer na política brasileira que é uma atividade absolutamente desmoralizada.
Dentre as atividades freneticamente desenvolvidas na Câmara, fica-se sabendo que em 2012 o "nobre" deputado faltou a mais de um terço das sessões deliberativas e em 2011 faltou a 50% delas.
É claro que a maioria das faltas está "justificada" com o titulo "missão autorizada". Até parece que o "nobre" deputado pertence à CIA ou ao KGB de tantas missões autorizadas que cumpriu. Tem mais missões autorizadas que o 007.
Mais longevo na política, só mesmo o José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, vulgo José Sarney, que é um caso típico de assombração empalhada.
O dado mais importante no perfil dessa figura pública é que ele não tem perfil. É amigo do Aécio Neves, do Eduardo Campos e faz parte da base aliada da Dilma. Está se saindo melhor que o Kassab, cujo partido "não é de direita, nem de esquerda e nem de centro". E já avisou ao Supremo que vai "peitar" a decisão da corte, se essa decisão for pela cassação dos mandatos dos deputados condenados.
Para quem nunca tinha falado nada até agora, o rapaz falou grosso demais. Vamos ver até quando durará sua valentia.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
Salvemo-nos!
É preciso salvar o planeta, salvar as focas e os golfinhos, a ararinha-azul, o mico-leão dourado e as baleias jubarte. MAS, ANTES DE TUDO, TEMOS QUE SALVAR A ESPÉCIE MAIS AMEAÇADA: A ESPÉCIE HUMANA!
A espécie humana precisa ser salva de si mesma. É preciso que se abra uma frente ampla mundial contra a exploração do ser humano por outro. Temos que salvar, principalmente, as mulheres e as crianças do abuso, da submissão, da exploração e do trabalho escravo. Se não fizermos isso, de nada adianta salvar os mico-leões, acabar com o desmatamento ou lutar contra os transgênicos, pois o planeta estará perdido de qualquer modo. Ou melhor, mesmo que o planeta esteja a salvo, a humanidade estará perdida.
A espécie humana precisa ser salva de si mesma. É preciso que se abra uma frente ampla mundial contra a exploração do ser humano por outro. Temos que salvar, principalmente, as mulheres e as crianças do abuso, da submissão, da exploração e do trabalho escravo. Se não fizermos isso, de nada adianta salvar os mico-leões, acabar com o desmatamento ou lutar contra os transgênicos, pois o planeta estará perdido de qualquer modo. Ou melhor, mesmo que o planeta esteja a salvo, a humanidade estará perdida.
Recentemente assistimos estarrecidos ao episódio da brutal violência e estupro coletivo de uma jovem indiana, que acabou falecendo. Logo depois, um jornal denuncia a existência, no mesmo país, de 60 milhões de crianças vivendo em regime de escravidão. Ao todo, estima-se que são 215 milhões de crianças em todo o mundo trabalhando como escravos em condições sub-humanas!
Não sabemos os números exatos, mas podemos imaginar o que acontece na China com as crianças e com as mulheres (aquelas que escaparam do infanticídio). Algumas histórias que chegam ao ocidente nos dão um vislumbre do mundo de horror em que esses seres humanos sobrevivem.
E o ocidente, esse mesmo ocidente que quer salvar o planeta, fica cheio de rapapés e mesuras perante os chineses, ignorando toda a questão dos direitos humanos porque o interesse comercial fala sempre mais alto.
Está na hora de o ocidente, dito civilizado, se levantar em massa e desfraldar a bandeira contra a exploração das mulheres e das crianças. Está na hora de nos recusarmos a comprar produtos "made in China" ou "made in Índia, até que tenhamos a certeza que essas condições degradantes não mais existem por lá. Não há nada mais ético que se possa fazer, do que resgatar esses pobres seres humanos que estão condenados a uma sub-vida de misérias inenarráveis.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Para começar 2013!
Ninguém duvida de que vivemos na era das maravilhas da informática. E uma das maravilhas é que as tecnologias se renovam a cada dia e se tornam mais e mais baratas e acessíveis a todos. Isso é muito bom, mas há um lado obscuro nessa história que, se não sabemos, temos que tomar consciência imediatamente. Um dos fatores que contribuem para o barateamento dos preços (embora não seja o único) é o trabalho infantil escravo!
A India, por exemplo, é um gigante da informática e um dos países com a taxa de crescimento mais alta do mundo.
Mas, a India mantém um exercito de 60 milhões de crianças em trabalho escravo! Pasmem! Isso é notícia do Jornal India Tribune (vejam aqui). No parlamento indiano há um projeto de lei que endurece as penalidades contra esse crime, mas não foi votado em 2012, porque os parlamentares não o consideram prioritário.
Essa população infantil escrava trabalha de 12 a 14 horas por dia, 7 dias por semana e eles ainda são submetidos a todo tipo de abuso inclusive sexuais. O mais impressionante é que grande parte dessas crianças são "vendidas" aos traficantes pelos próprios pais. Cerca de 450 mil denúncias foram feitas no ano passado, mas só 10% delas foram apuradas. E, recentemente, uma equipe de resgate chegou a ser atacada em Khureji (perto de Delhi) por uma multidão furiosa que conseguiu até retomar algumas das crianças salvas e reenviá-las para as "fábricas" locais.
E não é só na India! No Paquistão, Afganistão, China, há também trabalho escravo adulto e infantil. Calcula-se que há 215 milhões de crianças trabalhando em pedreiras, minas e fábricas em todo o mundo. Isso precisa parar. Antes mesmo de nos preocuparmos com as focas, ou com o aquecimento global, a humanidade tem que fazer um movimento político para pressionar esses países a eliminar esse trabalho escravo. Não podemos nos considerar civilizados se não o fizermos. Assine a petição aqui e divulgue por favor.
PS- Mande uma mensagem também à Sonia Gandhi , presidente do Partido do Congresso, o maior partido democrático do mundo. Sua página no facebook é Sonia Gandhi
A India, por exemplo, é um gigante da informática e um dos países com a taxa de crescimento mais alta do mundo.
Mas, a India mantém um exercito de 60 milhões de crianças em trabalho escravo! Pasmem! Isso é notícia do Jornal India Tribune (vejam aqui). No parlamento indiano há um projeto de lei que endurece as penalidades contra esse crime, mas não foi votado em 2012, porque os parlamentares não o consideram prioritário.
Essa população infantil escrava trabalha de 12 a 14 horas por dia, 7 dias por semana e eles ainda são submetidos a todo tipo de abuso inclusive sexuais. O mais impressionante é que grande parte dessas crianças são "vendidas" aos traficantes pelos próprios pais. Cerca de 450 mil denúncias foram feitas no ano passado, mas só 10% delas foram apuradas. E, recentemente, uma equipe de resgate chegou a ser atacada em Khureji (perto de Delhi) por uma multidão furiosa que conseguiu até retomar algumas das crianças salvas e reenviá-las para as "fábricas" locais.
E não é só na India! No Paquistão, Afganistão, China, há também trabalho escravo adulto e infantil. Calcula-se que há 215 milhões de crianças trabalhando em pedreiras, minas e fábricas em todo o mundo. Isso precisa parar. Antes mesmo de nos preocuparmos com as focas, ou com o aquecimento global, a humanidade tem que fazer um movimento político para pressionar esses países a eliminar esse trabalho escravo. Não podemos nos considerar civilizados se não o fizermos. Assine a petição aqui e divulgue por favor.
PS- Mande uma mensagem também à Sonia Gandhi , presidente do Partido do Congresso, o maior partido democrático do mundo. Sua página no facebook é Sonia Gandhi
Assinar:
Postagens (Atom)
Seguidores do Blog
Blogs que sigo
No Twitter:
Wikipedia
Resultados da pesquisa
