Disse o profeta de Lula, Gilberto de Carvalho, que em 2013 o "bicho vai pegar". Não é que acertou? A situação do Brasil é a seguinte: se chover o bicho pega, se secar o bicho come.
Se não chove, o apagão que de qualquer forma viria, vem mais cedo e com mais força. Mas, o fato de não chover ajuda nas explicações oficiais. A presidenta já disse que se usarem o raio como desculpa, devemos gargalhar. É falha humana! É mesmo, uma brutal falha humana de quem por longos 10 anos comanda, de diversos postos, o sistema energético do país. D. Dilma já foi a ministra das Minas e Energia e a presidenta do Conselho de Administração da Petrobrás durante esse período. Quais foram os investimentos que comandou durante sua "maravilhosa e profícua" gestão?
Por outro lado, se chove, as catástrofes anunciadas acontecem. Pessoas perdem suas casas e bens, quando não perdem a vida. Isso se repete nos mesmos lugares, com absoluta regularidade anual e nada se faz. Políticos? Não, não é nessa hora e lugar que serão encontrados. Outro efeito colateral das chuvas é que se chover e chover muito, qual será a explicação para o racionamento e apagões? Raios de novo? Gargalhemos!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
O capitalismo do PT
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| Revista Veja |
Mas o PT se transformou. Tão logo chegou ao "pudê" (o paraíso terrestre, no imaginário dos pelegos do ABC) o PT vislumbrou as vantagens de ser...capitalista! Lula escolheu para seu vice, ninguém mais, ninguém menos, que um dos próceres da indústria têxtil (o mesmo tipo de indústria onde começou a Revolução Industrial capitalista). Logo depois, seu governo mostrou-se um belo aliado dos bancos. Em certos casos, como o do Rural, mais que aliado, cúmplice. Recentemente o próprio Lula declarou: "nunca-antes-neste-país os bancos ganharam tanto dinheiro como em meu governo". Sua sucessora também não se cansa de fazer gracinhas ao mercado e criar reservas, por exemplo, para as montadoras automobilísticas.
Portanto, as más companhias a que se refere o petista Olívio Dutra não são só as políticas. Como sempre, continuam os mesmos grupelhos, as mesmas oligarquias, quer econômicas, quer políticas, a mandar no jogo. É o mesmo velho coronelismo vestido com uma roupagem "muderna". Sarney está aí para não deixar ninguém mentir.
O capitalismo do PT porém tem algumas características que o diferem dos outros capitalismos. É um capitalismo de resultados. Resultados para o partido, fique claro, e para o bolso de alguns. E dane-se o resto do país.
A cartilha neo-capitalista do PT reza o seguinte:
1) A livre concorrência é ruim para os negócios.
O que o PT quer é ajudar os oligopólios amigos. E todos os oligopólios, que não são bobos, nem nada, se tornaram amigos do PT. Pergunte-se à Telemar, por exemplo, por quê comprou as quotas na Gameport (do filho do Molusco) por alguns milhões.
As boas fatias do bolo são sempre servidas para os amigos e as migalhas deixa-se cair ao chão, para que o povo não reclame.
2) Investimentos de risco devem ser evitados.
Os investimentos devem ser sempre bancados pelo BNDES, com juros subsidiados à custa do dinheiro do otário do contribuinte. Dinheiro de risco, não. Vindo de fora, então, nem pensar.
3) Crescimento econômico se obtém com discursos ufanistas. E equilibrio nas contas, com manipulações nos números.
Quando a economia não responde, jogue-se a culpa nas elites, que não colaboram e mexa-se nos índices. É mais ou menos como quebrar o termômetro, se a febre do paciente não baixa.
4) O Estado é uma vaca abstrata da qual se pode extrair leite indefinidamente.
Aliás essa vaca passou a ser propriedade do partido, tão logo ele chegou ao curral, quero dizer, Palácio do Planalto! São também tetas dessa vaca, as autarquias e estatais que gerenciam orçamentos bilionários, tais como, Banco do Brasil e Petrobrás. Quando o leite secar, esprema-se mais um pouco aquele idiota chamado, ora eleitor, ora contribuinte, dependendo do momento em questão.
Assim o PT reinventou o capitalismo no século XXI, como está reinventando o modo de fazer política, sempre descendo alguns degraus. Vamos ver onde estará o fundo do poço!
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Aqui não há monotonia.
Há muita coisa acontecendo e fica até difícil abordar tudo. Vou dividir o comentário em tópicos:
1) Marco Aurélio Garcia foi parar em Cuba. Segundo ele, para visitar o moribundo Hugo Chávez. Fez a visita com o dinheiro do contribuinte, ou seja, nosso dinheiro. Pergunta-se: qual é a importância da saúde do ditador venezuelano para o Brasil? Em quê isso nos afeta?
2) O Sr. Garcia voltou deitando falação sobre a Constituição da Venezuela e de como deve ser interpretada para adiar o ato da posse do presidente ao novo mandato. Pergunta-se: o Brasil agora vai se imiscuir nos assuntos políticos internos da Venezuela? Vamos dizer aos venezuelanos como devem agir, como devem interpretar o artigo 234 de sua Constituição? Onde fica o princípio da não-intervenção, tão invocado quando se trata de discutir represálias ao Irã?
3) D. Dilma que foi, por quase todo o governo Lula, a "ministra" das Minas e Energia, está sendo colhida de surpresa com os iminentes apagões? Já sei,a culpa será de S.Pedro. Ninguém vai se lembrar que não há investimento na geração de energia, muito menos nas linhas de transmissão. E, sem investimento...
4) O governo Dilma, além de maquiar as contas públicas, imitando a Cristina Kirchner, agora está tentando maquiar o problema energético. Estamos com carência de energia em um ano em que não houve crescimento econômico! Se tivéssemos crescido uns meros 3% já seria o caos. Hoje, quase 25% da energia consumida no país, distribuida pelo SIN (Sistema Integrado Nacional), vem de termoelétricas! Pelo visto, o SIN já está mais para NON.
5) Olivio Dutra, petista histórico, como bom gaúcho falou o que pensa. Parece ser um caso isolado no PT. Disse ele ao próprio Genoíno em um programa ao vivo da Rádio Guaíba: "Eu acho que tu deverias pensar na sua biografia, na trajetória que tens dentro do partido. Eu acho que tu deverias renunciar. Mas é a minha opinião pessoal, a decisão é tua."
Disse ainda mais: " Eu avisei em uma ocasião que íamos sofrer com as más companhias. Más companhias que não são somente aquelas de fora para dentro, mas também de dentro do partido."
1) Marco Aurélio Garcia foi parar em Cuba. Segundo ele, para visitar o moribundo Hugo Chávez. Fez a visita com o dinheiro do contribuinte, ou seja, nosso dinheiro. Pergunta-se: qual é a importância da saúde do ditador venezuelano para o Brasil? Em quê isso nos afeta?
2) O Sr. Garcia voltou deitando falação sobre a Constituição da Venezuela e de como deve ser interpretada para adiar o ato da posse do presidente ao novo mandato. Pergunta-se: o Brasil agora vai se imiscuir nos assuntos políticos internos da Venezuela? Vamos dizer aos venezuelanos como devem agir, como devem interpretar o artigo 234 de sua Constituição? Onde fica o princípio da não-intervenção, tão invocado quando se trata de discutir represálias ao Irã?
3) D. Dilma que foi, por quase todo o governo Lula, a "ministra" das Minas e Energia, está sendo colhida de surpresa com os iminentes apagões? Já sei,a culpa será de S.Pedro. Ninguém vai se lembrar que não há investimento na geração de energia, muito menos nas linhas de transmissão. E, sem investimento...
4) O governo Dilma, além de maquiar as contas públicas, imitando a Cristina Kirchner, agora está tentando maquiar o problema energético. Estamos com carência de energia em um ano em que não houve crescimento econômico! Se tivéssemos crescido uns meros 3% já seria o caos. Hoje, quase 25% da energia consumida no país, distribuida pelo SIN (Sistema Integrado Nacional), vem de termoelétricas! Pelo visto, o SIN já está mais para NON.
5) Olivio Dutra, petista histórico, como bom gaúcho falou o que pensa. Parece ser um caso isolado no PT. Disse ele ao próprio Genoíno em um programa ao vivo da Rádio Guaíba: "Eu acho que tu deverias pensar na sua biografia, na trajetória que tens dentro do partido. Eu acho que tu deverias renunciar. Mas é a minha opinião pessoal, a decisão é tua."
Disse ainda mais: " Eu avisei em uma ocasião que íamos sofrer com as más companhias. Más companhias que não são somente aquelas de fora para dentro, mas também de dentro do partido."
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