Deixar de discursar não evitará a estrondosa vaia que a presidenta vai levar logo que "adentrar" o estádio. E como será a abertura? Calados, Blatter e Dilma, vão fazer sinais com os dedos? Polegar pra cima: estão abertos os jogos. Polegar pra baixo: estão encerrados os jogos.
Entrarão mudos e sairam calados. Humilhação igual a essa, para alguém que, além de ser chefe de Estado, recebendo uma delegação estrangeira em nome da nação numa festa global do esporte, e ainda sendo candidata a continuar no poder, não houve nunca-antes-neste-país!
Antes mesmo dos Jogos Olímpicos, Dilma já bateu vários récordes. O do número de ministérios inúteis, o da inflação, o da desvalorização do real, o da derrocada da maior empresa brasileira, o do sucateamento da infraestutura viária, portuária e energética. E assim vai, de récorde em récorde. Esse de não poder falar em público só vai ser mais um. Medalha de ouro para ela!
Agora me expliquem: Se não pode falar em público ao vivo e a cores, como é que ela vai fazer nos comícios? Serão só comícios eletrônicos, virtuais? Não haverão comícios "presenciais"? Ou só vão permitir o afluxo a eles da platéia amestrada ou paga?
Nos programas gravados, com textos decorados, elaborados por marqueteiros pagos a peso de ouro, deverá fazer uma imagem mais palatável. Vai emagrecer um pouco, abandonar o figurino vermelho, dar um jeito nos dentes e no cabelo, fazer uma cara mais amigável, talvez chegue a parecer até simpática. Talvez chegue a parecer até articulada e inteligente. Mas o que se estará "vendendo" à nação é a tentativa da continuação do engodo. Será que a nação brasileira não vai acordar? Será que vamos engolir mais uma vez o mesmo gato por lebre?
segunda-feira, 17 de março de 2014
sábado, 15 de março de 2014
Dilma na TV!
Eu queria ver a Dilma na televisão! Queria que ela, como chefe do poder executivo, nos explicasse como é que conseguiu acabar com a Petrobrás e com o sistema de geração e distribuição de energia elétrica no país.
Queria que ela nos dissesse em alto e bom som, com ou sem a ajuda dos marqueteiros, o valor que teremos de pagar de aumento na conta de luz em 2015.
Se, para dizer que íamos ter um desconto no custo da energia elétrica em 2013 ela ocupou o horário nobre e fez toda a publicidade enganosa de seu governo, por quê agora não aparece no mesmo horário nobre para nos dizer que foi tudo uma mentira, uma empulhação, que não sabia o que estava fazendo, que é uma incompetente se fingindo de gestora?
Eu queria vê-la assumindo a verdade, pedindo desculpas aos brasileiros por ter mentido.
Por conta de todas as asneiras cometidas até agora, o governo vai ter que enfiar 12 bilhões de reais no sistema elétrico como ajuda às concessionárias, sendo que 4 bilhões de reais serão a fundo perdido (ou seja será uma doação!) e os outros 8 bilhões serão repassados às tarifas, mas só em 2015, claro, depois das eleições! Santo Deus! Onde é que iremos parar?
Lula nos impingiu uma falsificação. Talvez ele, na sua ignorância sindical, tenha realmente acreditado que Dilma seria uma gestora eficiente. Lula se deslumbrou com Dilma porque ela sabia "usar laptop"!... E aí a nomeou ministra das Minas e Energia. Exatamente a área que está "fazendo água" nesse governicho vagabundo.
Mas essa falsificação do Lula tem a caneta nas mãos e tome canetada pra cá e pra lá. É marco regulatório disso e daquilo e a bagunça econômica só aumenta. Toda área em que essa senhora põe a mão, desanda. E não há ninguém para lhe dar um basta, ou pelo menos avisar que se fizer isso e aquilo haverá tal e qual consequência.
Infelizmente não há, pois os membros do governo se dividem em dois grupos: os estúpidos e os corruptos. Há casos em que podem ser as duas coisas ao mesmo tempo. E não é hábito de nenhum cortesão dizer a verdade à majestade de plantão, muito menos nesse país tropical ao sul do equador onde os homens públicos querem tão somente se locupletar e no tempo mais rápido possível. Que Deus nos acuda!
Queria que ela nos dissesse em alto e bom som, com ou sem a ajuda dos marqueteiros, o valor que teremos de pagar de aumento na conta de luz em 2015.
Se, para dizer que íamos ter um desconto no custo da energia elétrica em 2013 ela ocupou o horário nobre e fez toda a publicidade enganosa de seu governo, por quê agora não aparece no mesmo horário nobre para nos dizer que foi tudo uma mentira, uma empulhação, que não sabia o que estava fazendo, que é uma incompetente se fingindo de gestora?
Eu queria vê-la assumindo a verdade, pedindo desculpas aos brasileiros por ter mentido.
Por conta de todas as asneiras cometidas até agora, o governo vai ter que enfiar 12 bilhões de reais no sistema elétrico como ajuda às concessionárias, sendo que 4 bilhões de reais serão a fundo perdido (ou seja será uma doação!) e os outros 8 bilhões serão repassados às tarifas, mas só em 2015, claro, depois das eleições! Santo Deus! Onde é que iremos parar?
Lula nos impingiu uma falsificação. Talvez ele, na sua ignorância sindical, tenha realmente acreditado que Dilma seria uma gestora eficiente. Lula se deslumbrou com Dilma porque ela sabia "usar laptop"!... E aí a nomeou ministra das Minas e Energia. Exatamente a área que está "fazendo água" nesse governicho vagabundo.
Mas essa falsificação do Lula tem a caneta nas mãos e tome canetada pra cá e pra lá. É marco regulatório disso e daquilo e a bagunça econômica só aumenta. Toda área em que essa senhora põe a mão, desanda. E não há ninguém para lhe dar um basta, ou pelo menos avisar que se fizer isso e aquilo haverá tal e qual consequência.
Infelizmente não há, pois os membros do governo se dividem em dois grupos: os estúpidos e os corruptos. Há casos em que podem ser as duas coisas ao mesmo tempo. E não é hábito de nenhum cortesão dizer a verdade à majestade de plantão, muito menos nesse país tropical ao sul do equador onde os homens públicos querem tão somente se locupletar e no tempo mais rápido possível. Que Deus nos acuda!
quarta-feira, 12 de março de 2014
Copa sem discurso
Quando um dirigente tem medo do seu próprio povo é sinal que as coisas não vão bem mesmo.
Rompendo com uma tradição que vem desde a primeira Copa, o presidente da FIFA, Joseph Blatter e a presidenta brasileira resolveram que não haverá discurso na abertura dos jogos, porque temem uma vaia líquida e certa.
E por quê a governanta Dilma tem medo da vaia? Por que sabe que, tirando os analfabetos políticos de sempre e os seguidores da religião petista que não discutem os seus dogmas, o povo brasileiro não aguenta mais.
Nem se trata de corrupção, pois essa já a consideramos como um fenômeno da natureza. Faz parte, como diria Caetano Veloso. Ministro levar a família para viajar em avião da FAB? Faz parte. Concorrência pública com cartas marcadas? Faz parte. Superfaturamento? Reajustes de preços abusivo e indevido? Faz parte. Nada disso faz com que os brasileiros percam um minuto do seu tempo, ou uma gota de adrenalina com a indignação. Podemos até não gostar, mas aceitamos, como aceitamos que chova ou faça sol. E continuamos a acompanhar o futebol, tomar a cerveja gelada e fazer churrasco na laje.
O que faz as pessoas sairem às ruas e mostrarem pacifica ou violentamente a sua raiva e indignação é quando perturbam o seu dia-a-dia e mexem no bolso de cada um. Quando começa a faltar água na torneira, energia na hora de ver a novela e dinheiro no fim do mês, aí o bicho pega. E é o que já está acontecendo no país com perspectivas de piorar.
A falta de água e de energia vai ser debitada na conta de S.Pedro, claro, mas a culpa não é do santo. A presidenta fez tudo para desmantelar o sistema de produção de energia elétrica no país, do mesmo modo como desmantelou a Petrobrás. Conseguiu. E agora está querendo obrigar o sistema a manter as usinas funcionando sem as interrupções necessárias para a manutenção.
As consequências são previsíveis, pois, sem as manutenções programadas, a qualquer momento começarão a pifar uma usina após a outra e um grande, generalizado e duradouro apagão se abaterá sobre nós, com consequências dramáticas.
Imagine-se uma Copa do mundo com o país cheio de turistas, o caos já previsto instalado nos aeroportos e no transporte urbano, o índice de violência escalando as paredes, e, ainda por cima, uma grande falta d'água e de energia elétrica. É o cenário perfeito para muito, muito mais que uma simples vaia. Dilma e Blatter tem razão de ter medo!
Rompendo com uma tradição que vem desde a primeira Copa, o presidente da FIFA, Joseph Blatter e a presidenta brasileira resolveram que não haverá discurso na abertura dos jogos, porque temem uma vaia líquida e certa.
E por quê a governanta Dilma tem medo da vaia? Por que sabe que, tirando os analfabetos políticos de sempre e os seguidores da religião petista que não discutem os seus dogmas, o povo brasileiro não aguenta mais.
Nem se trata de corrupção, pois essa já a consideramos como um fenômeno da natureza. Faz parte, como diria Caetano Veloso. Ministro levar a família para viajar em avião da FAB? Faz parte. Concorrência pública com cartas marcadas? Faz parte. Superfaturamento? Reajustes de preços abusivo e indevido? Faz parte. Nada disso faz com que os brasileiros percam um minuto do seu tempo, ou uma gota de adrenalina com a indignação. Podemos até não gostar, mas aceitamos, como aceitamos que chova ou faça sol. E continuamos a acompanhar o futebol, tomar a cerveja gelada e fazer churrasco na laje.
O que faz as pessoas sairem às ruas e mostrarem pacifica ou violentamente a sua raiva e indignação é quando perturbam o seu dia-a-dia e mexem no bolso de cada um. Quando começa a faltar água na torneira, energia na hora de ver a novela e dinheiro no fim do mês, aí o bicho pega. E é o que já está acontecendo no país com perspectivas de piorar.
A falta de água e de energia vai ser debitada na conta de S.Pedro, claro, mas a culpa não é do santo. A presidenta fez tudo para desmantelar o sistema de produção de energia elétrica no país, do mesmo modo como desmantelou a Petrobrás. Conseguiu. E agora está querendo obrigar o sistema a manter as usinas funcionando sem as interrupções necessárias para a manutenção.
As consequências são previsíveis, pois, sem as manutenções programadas, a qualquer momento começarão a pifar uma usina após a outra e um grande, generalizado e duradouro apagão se abaterá sobre nós, com consequências dramáticas.
Imagine-se uma Copa do mundo com o país cheio de turistas, o caos já previsto instalado nos aeroportos e no transporte urbano, o índice de violência escalando as paredes, e, ainda por cima, uma grande falta d'água e de energia elétrica. É o cenário perfeito para muito, muito mais que uma simples vaia. Dilma e Blatter tem razão de ter medo!
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