sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Tirando as máscaras!

Bom, o carnaval eleitoral da dona Dilma acabou. Está na hora de tirar as máscaras. E ela as tira com rapidez e sofreguidão, pois deve estar doida para voltar a ser a verdadeira Dilma. Aquela que vai aos trancos e barrancos fazendo e desfazendo, tomando as medidas mais contraditórias e estapafúrdias, tão confusas quanto o emaranhado do tico e do teco em sua cabeça.
E há uma coisa que não sai daquela cabeçorra: o controle da imprensa. Vira e mexe ela volta a esse assunto, joga um balão de ensaio aqui e ali, espera pra ver a reação, finge que esquece, mas logo que se sente mais poderosa ou confortável, joga o assunto à baila de novo.
Já devíamos estar acostumados. Ideias fixas são uma característica do petismo. E o segundo mandato vai ser muito, muito, pior que o primeiro, em todos os sentidos. Até porque agora ela vai se soltar. Não tem mais nada a perder. Não pode mais ser candidata a presidente. Quem pode vir a perder com as porralouquices dela é o próprio PT e o Exu de Garanhuns, não a Dilmona sargentona. Mas ela deve estar pouco se danando para o futuro do PT, porque sabe que, para ela, não há futuro no PT. Ela foi apenas um interregno para o imperador Exu voltar em pompa e glória e, findo seu mandato, desaparecerá na sua insignificância política de onde jamais deveria ter saído.
Portanto, esse mandato é dela e só dela. Não tem Lula, nem ninguém. E ela vai querer fazer o diabo. E, "no que se refere"  à tentativa de censura à imprensa, isso é só o começo. Esperemos!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A credibilidade das urnas

Cito a seguir texto da Folha, reproduzindo fala do Procurador Geral da Reública, Rodrigo Janot: "...destacou ainda o 'discurso de ódio' contra eleitores da região Nordeste do Brasil, onde Dilma obteve votação superior à de Aécio Neves e garantiu sua vitória com 51,64% dos votos válidos (...). Não se pode porém justificar postura de um partido político do tamanho e da representatividade do requerente (PSDB) que, em se baseando unicamente em comentários formulados em redes sociais (...) pode instaurar um procedimento que, a par de não previsto em eli, pode comprometer a credibilidade do sistema eleitoral".
Deixa ver se eu entendi, cara-pálida! O Procurador quer dizer que a credibilidade do sistema eleitoral pode ser comprometida se o sistema for investigado?
Nesse caso, essa credibilidade já não estará irremediavelmente comprometida? E, caso não seja investigado ou auditado, fica de pé essa tal credibilidade?
Outro ponto: o PSDB não apresentou nenhum fato a indicar possibilidade de fraude? E o que significam esses tantos vídeos, fotos, depoimentos, com identificação completa dos depoentes reclamando de "coisas estranhas" que aconteceram nas seções eleitorais? Isso é nada? Só porque são pessoas do povo que estão denunciando esses indícios são desconsiderados?
E aí o ilustre Procurador reclama do discurso do ódio! Mas nada disse, nem se manifestou quando o Exu de Garanhuns vomitou toda sua raiva e ódio em comício em Minas, acusando Aécio até de bater em mulher! Esse sim foi um discurso de ódio.
O que o PT e toda a sua coorte estão recebendo agora é o troco, a colheita do que plantaram.
Hoje mesmo em sua coluna nojenta, um tal de Ricardo Melo chama os eleitores paulistas de "volume morto do Alckmin". Será que ele vai ser também indiciado por racismo? Ou só é racismo quando é contra o Nordeste? Se for contra os paulistas, pode! Não precisa explicar, já entendi.


domingo, 2 de novembro de 2014

República velha?

Na República Velha o processo eleitoral era chamado de "eleição a bico de pena". Não havia voto secreto. Os eleitores se reuniam em sessão eleitoral, votavam em voz alta e dessa votação era feita uma Ata na qual constavam os votos para os candidatos. Essa Ata, redigida pelos "coronéis" locais, fazia da eleição um jogo de cartas marcadas.
Pois agora com as urnas eletrônicas, a pergunta, que a metade do povo brasileiro se faz, é se por acaso voltamos ao processo da República Velha; se pode ou não haver fraude nas eleições.
É uma pergunta absolutamente legítima. A lisura do processo eleitoral tem que ser demonstrada por quem o conduz, não pode ficar implícita, não pode ser matéria de fé.
E o atual processo eleitoral brasileiro, ficamos sabendo agora, é muito parecido com o da "eleição a bico de pena" do passado, pois, tal como ele, não pode ser auditado. Uma vez tomados os votos não há como recontá-los. O que se pode fazer apenas é somar novamente os totais de cada urna! É um espanto que seja dessa forma!
Isso pode dar margem a um sem número de manipulações. Desde aplicativos maliciosos "injetados" no programa eleitoral para desviar votos, até a pura e simples fraude de alguém teclar o número de seu candidato preferido mais de uma vez, com a conivência do mesário, tudo é possível.
Não sei se houve ou não fraude nessas eleições, mas há uma grita geral e vários depoimentos de pessoas identificadas que relatam algum tipo de anormalidade. A obrigação da Justiça Eleitoral é abrir a caixa preta e demonstrar que a vontade do povo prevaleceu. A Justiça não pode se esconder atrás da sua própria burocracia e fazer descer goela abaixo do povo a sua "verdade".
As urnas tem que ser auditadas, no mínimo para sabermos se elas são realmente invulneráveis ou não. O povo, dono do poder soberano, exige essa resposta.

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