Eles atacam de todos os lados. Os advogados dos empreiteiros presos na Polícia Federal reunem-se com o ministro da Justiça, que lhes faz a promessa de que o processo vai "se embolar no meio de campo". Tentam achar uma nesga de possibilidade de criticar o juiz Sérgio Moro. Se pudessem já lhe teriam arrancado o processo das mãos.
Agora veiculam na imprensa a choradeira de que as condições carcerárias são péssimas.
Realmente! Para esses empreiteiros acostumados a lidar com bilhões, ao luxo de hotéis 5 ou 6 estrelas, jatinhos particulares, casas cinematográficas, e "otras cositas" espetaculares, para eles, repito, dormir em uma cela de prisão, dividindo o espaço com mais dois, lavar as proprias cuecas e meias, usar uma latrina comum, fazer a limpeza da própria cela, tudo isso deve ser um tipo de antecipação do inferno.
Há gente penalizada, mas eu penso que em primeiro lugar eles estão usufruindo de condições palacianas em comparação com as dos detentos da maior parte dos presídios brasileiros. Como a Constituição diz que todos são iguais perante a Lei...Em segundo lugar, poderiam aproveitar tudo isso para fazer uma reflexão, uma reavaliação de sua própria vida e de seus valores. Terá valido a pena? O que acumularam de dinheiro desviado da nação, de seus compatriotas, e que será, na sua maior parte, usufruido por outras pessoas, terá lhes trazido alguma felicidade duradoura? O ego tantas vezes adulado e bafejado pelos puxa-sacos de plantão, agora se defronta com a dura realidade de que afinal eles também não passam de homens comuns, simples mortais, que tem as mesmas necessidades básicas, de comer, defecar, dormir, amar e ser amado. Em quê , afinal, se diferenciam ou são superiores a todos os demais brasileiros a quem lesaram?
Agora sentem falta da família, com a qual não conviviam por não terem tempo, por terem que correr atrás do deus-dinheiro desprezando tudo e a todos? Agora sentem que não fizeram amigos pela vida afora, mas se cercaram apenas gente interesseira e interessada apenas no seu dinheiro e no seu poder? Pois ainda há tempo. Há tempo de refletirem, confessarem os erros, devolverem à nação o que retiraram dela indevidamente e nos dizerem os nomes dos demais que ainda estão ocultos, os mentores e os chefes dessa imensa organização criminosa. Ainda é tempo, mas será que o usarão para isso? Dificilmente! Aqui é que cabe aquela afirmação atribuida a Cristo: "É mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha...". Fora isso, o choro é livre!
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Tudo misturado
José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, encontra-se secretamente com advogado de acusado na Operação Lava Jato. Isso é uma imoralidade em qualquer lugar do mundo.
O ministério da Justiça não é um departamento do PT ou da empreiteira UTC. Não cabe a quem está ministro da Justiça atuar na defesa de quem quer que seja. O que o minsitro tem que fazer é cumprir a lei e fazê-la ser cumprida. O Sr. Cardozo deveria respeitar a instituição da qual é temporariamente o titular.
Mas desde que o PT chegou ao poder borraram-se definitivamente o limites entre o que é público e o que é privado, entre o que é ético e o que é imoral, entre partido político e organização criminosa. Está tudo misturado. E, como acontece na natureza, se você mistura um copo de fezes em um balde de água pura, já não há mais água pura.
O ex-ministro do Supremo, Joaquim Barbosa, pede a cabeça de Cardozo. Á voz do ex-ministro deveriam se juntar as vozes dos demais brasileiros que estão ansiosos por ver o país livre dessa praga que nos está levando ao abismo.
Se dona Dilma ainda mantém um mínimo de respeito à dignidade do cargo que ocupa, deveria pedir ao ministro para sair. Pedir não, exigir.
Os acusados, obviamente, tem o direito de defesa, mas esse direito não é um vale-tudo. Ele também está submetido a regras. E tem que ser exercido dentro dos limites do poder judiciário. A atuação de advogados fora dessa esfera é aética e imoral e deveria ser coibida por entidades como a OAB.
Afinal, por que um advogado de um acusado iria se reunir com um ministro da Justiça, se, teoricamente, o ministro não lhe pode oferecer nada?
Teoricamente! Mas no Brasil tudo é possível. Ninguém se espanta com nada. Já antes dessa figura inexpressiva que é o sr. Cardozo, seu antecessor, o "God" Márcio Thomaz Bastos, também atuava muito além das esferas de atribuição de sua função, e como defensor de bandidos. Mas esse pelo menos já se foi para o quinto dos infernos e de lá não está ajudando muito a "galera".
Resta a nós, povo brasileiro, o protesto público e a esperança que dona Dilma, já abandonada pelo seu guru, tenha entretanto o bom senso de fechar mais um flanco que se abre em seu governo.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Contagem regressiva
Estamos em contagem regressiva. Não falta muito para que a bomba exploda no Planalto e adjacências, pipocando também em S. Bernardo. O homem-bomba do petrolão, ex-chefe do clube dos empreiteiros, resolveu falar e quer fazer acordo de delação premiada. Se disser tudo o que sabe não sobrará pedra sobre pedra. Dirceu, Palocci, Lula e Dilma, junto com mais uma cambada de políticos criminosos, estarão irremediavelmente expostos como participantes, mentores e beneficiários do maior roubo da história da humanidade. Nunca antes neste pais, nem neste mundo, houve um esquema criminoso como esse.
Isso é caso para mais de 100 anos de cadeia. Tivéssemos nós leis menos tolerantes e esses senhores passariam o resto de suas pouco edificantes vidas como hóspedes involuntários do Estado.
Mas não há só uma testemunha ocular dos crimes, são várias. E todas dizendo a mesma coisa. Os depoimentos se entrelaçam e se confirmam uns aos outros. Não há possibilidade de dúvidas, nem espaço para chicanas. A desfaçatez com que esses meliantes, na época do mensalão, enfrentavam o Supremo, quando ainda não havia evidências avassaladoras como essas, quando ainda não havia delatores, agora se reduz a pó. Quero ver um Kakay querer tripudiar no Supremo, já que um Thomaz Bastos não veremos, a não ser que psicografe um libelo a favor do Lula e do Zé.
Já não era hora de tudo ser postos em pratos limpos? O país não aguenta mais. É preciso urgentemente que se restaure um mínimo de respeito pela coisa pública.
Como disse, felizmente, parece que já estamos em contagem regressiva para virar de vez essa página da nossa história e retomarmos o caminho da prosperidade a que temos direito. Acredito que tenhamos todos aprendido a lição.
Isso é caso para mais de 100 anos de cadeia. Tivéssemos nós leis menos tolerantes e esses senhores passariam o resto de suas pouco edificantes vidas como hóspedes involuntários do Estado.
Mas não há só uma testemunha ocular dos crimes, são várias. E todas dizendo a mesma coisa. Os depoimentos se entrelaçam e se confirmam uns aos outros. Não há possibilidade de dúvidas, nem espaço para chicanas. A desfaçatez com que esses meliantes, na época do mensalão, enfrentavam o Supremo, quando ainda não havia evidências avassaladoras como essas, quando ainda não havia delatores, agora se reduz a pó. Quero ver um Kakay querer tripudiar no Supremo, já que um Thomaz Bastos não veremos, a não ser que psicografe um libelo a favor do Lula e do Zé.
Já não era hora de tudo ser postos em pratos limpos? O país não aguenta mais. É preciso urgentemente que se restaure um mínimo de respeito pela coisa pública.
Como disse, felizmente, parece que já estamos em contagem regressiva para virar de vez essa página da nossa história e retomarmos o caminho da prosperidade a que temos direito. Acredito que tenhamos todos aprendido a lição.
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