sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Já caiu!

"Não vou mexer nos direitos dos trabalhadores, nem que a vaca tussa". Mexeu! "Não vou aumentar os juros!" Aumentou! "A inflação está sob controle!" A inflação explodiu! "Ajuste fiscal só interessa aos banqueiros e aos amigos dos banqueiros!" Nomeou alto funcionário do Bradesco como ministro da Fazenda! "Eles vão privatizar a Petrobras!" Está privatizando a Petrobras aos pedaços. "Não vou sair do governo!". Já saiu.

Essa é a anta que pensa que ainda é presidente do Brasil. De tudo o que fala, a maior parte não faz sentido e a outra parte é exatamente o contrário do que acontece na realidade.
A Petrobras sempre foi um símbolo ideológico manipulado pela esquerda, como se fosse sua propriedade. Essa esquerda, que mistura um falso nacionalismo com um discurso burro anticapitalista, sempre usou a Petrobras, até então um orgulho do Brasil,  como um símbolo da "resistência nacional ao imperialismo ianque". Usou e  abusou, sabe-se agora. Quebrou a ex-maior empresa do país. E agora, a versão feminina de Lula mandou retalhar a Petrobras e vender os pedaços, como carne no açougue. E, obviamente, está vendendo só as jóias da coroa, as melhores partes, pois ninguém é bobo de botar dinheiro em empresa falida ou com pouca margem de lucro.

A Petrobras então está se desfazendo de ativos importantes para fazer caixa. Isso ocorre depois de ter feito a maior capitalização da história do mundo, ainda no mandato do Exu Nove-Dedos!  
Piorando a situação, a BR distribuidora foi posta à venda em no pior momento para se fazer isso. Quem a comprar vai fazê-lo na bacia das almas, com o preço vilipendiado e, depois da tempestade, o que sobrará da empresa-símbolo? Será só o símbolo da derrocada de uma falsa ideologia, que, no fundo, no fundo, só queria chegar ao poder para usufruir das benesses que, pensavam, os outros usufruiam. E por conta disso destruiu a economia do país e a sua empresa-símbolo.
A Petrobras será privatizada aos pedaços e sem que a palvara privatização seja mencionada, pois o petismo é mestre no uso de eufemismos para camuflar a realidade. Só que os eufemismos petistas não enganam a mais ninguém. A era deles acabou e só eles não perceberam isso, como dona Dilma já caiu, mas pensa que ainda é presidente.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Nem anéis, nem dedos

A ainda presidente Dilma está jogando as suas últimas cartadas e, fiel ao seu estilo e ao estilo de seu partido, não revela o menor escrúpulo. Vale tudo para permanecer sentada naquela cadeira, como um dois de paus, pois governar já não governa mesmo,  coisa que, aliás, quando quis fazer, nos trouxe a esse buraco em que estamos.
Mas deixar o poder? Jamais, isso não faz parte da cartilha petista. Não querem deixá-lo por várias razões e não somente pelas razões óbvias de não quererem largar a têta.
O problema deles agora nem é esse. O problema é que, ao sairem do governo, sabem que a avalanche de denúncias contra o que fizeram na administração pública não vai deixar pedra sobre pedra. Por isso a ordem para a madama é ir se agüentando como puder, segurando daqui e dali, adiando o desfecho inevitável até que possa ser vislumbrada uma solução de compromisso que poupe o Molusco. A tentativa agora é salvar a pele dele, já que nada mais pode ser salvo, nem os anéis, nem os dedos (os nove que ainda restam).
Por isso, Dilma nem vai e nem vem. Já mandou o ajuste fiscal às favas. Hoje ao conceder mais benesses ao setor automobilístico, que mensagem passou? A de que a agenda de Joaquim Levy já era. Que ajuste fiscal que nada! Isso vai ficar para o sucessor, se quiser e seja ele quem for. Como ratos em navio que está naufragando, cada um vai procurando a sua tábua de salvação, um pedaço de pau que lhe sirva de jangada para não afundar junto com a nau. Apesar da dieta que diz estar fazendo, Dilma nunca jantou tanto desde que assumiu o mandato.  Foi janta com Janot e alguns ministros do Supremo, com Renan Calheiros, com Lewandowski em Portugal, às escondidas. E agora resolve soltar mais um pacote de "bondades". Uma incoerência para quem está sem dinheiro e querendo aumentar os impostos. Uma incoerência para quem está mantendo uma taxa de juros de 14,25% ao ano para reprimir a demanda e, dizem, conter a inflação. Com isso a governanta mostra que não há o menor planejamento, nem agenda, nem metas, nem nada. Vai tudo ao sabor do vento, dos rompantes, dos palpites e do improviso.
Dilma só age em função de prorrogar a agonia de seu mandato. Esse pacote é para "comprar" o apoio da Fiesp, nada mais, nada menos. Já cooptou Renan, sabe-se lá como e com que moeda. Já entronizou Janot em novo mandato com a missão explícita de bombardear Eduardo Cunha, no qual ela e Lula vêem o maior risco. Movimentos para cá e pra lá só no sentido de salvar o que não pode mais ser salvo. Enquanto isso o país que se dane! Vão acabar saindo, mas querem quebrar tudo primeiro. Esse é o legado do PT.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Política em 3 tempos

Primeiro tempo:

Não tenho bola de cristal, mas algo me diz que na hora em que a coisa apertar e ele se vir sem saída, fugirá do país. E não vai fugir assim simplesmente correndo do pau, não. Vai mandar seus amarra-cachorros ainda dizerem que "diante das ameaças da extrema direita" à sua integridade e à sua liberdade, foi obrigado a optar por essa decisão". E sumirá, fugindo para Cuba ou para Venezuela, onde tem amigos que o protegerão de um eventual pedido de repatriação.
Seria um desfecho bem chocho para a Lava Jato, pois o "capo" tem que pagar pelos seus delitos ou a justiça se desmoraliza. Que o Exu Nove-Dedos será preso se ficar por aqui, eu não tenho dúvidas, a questão é quando?



Tempos passados:


Houve um político no Brasil que ficou famoso por usar no plenário da Câmara e fora dele, uma "espetaculosa" capa preta. E, debaixo dela, portava sempre uma sub-metralhadora alemã da Segunda Guerra, a que chamava de "Lurdinha".
O nome dessa figura temida e folclórica era Tenório Cavalcanti. Morava em uma fortaleza na baixada fluminense. Só perdeu o poder quando a ditadura militar confiscou suas as armas e cassou os seus direitos políticos.
Foi filiado à UDN, combateu Getúlio Vargas, mas acabou tendo uma briga memorável com outro udenista, o ACM. Tenório acusou um aliado de ACM de roubar o Banco do Brasil; ACM reagiu e chamou Tenório de ladrão, que imediatamente sacou de um revólver e em plena sessão apontou a arma para Antonio Carlos, dizendo que ia matá-lo. ACM entrou em pânico e teve uma incontinência urinária.
Sob os risos dos deputados, Tenório então guardou o revólver no coldre, dizendo: "Deixa pra lá. Eu não atiro em maricas!"

Tempos de Reprises

Uau! Em agosto estamos assistindo a reprises políticas, uma atrás da outra! Primeiro a reedição da prisão do Zé, chegando de camburão na sede da PF em Curitiba, só que dessa vez sem o bracinho levantado e com direito a foguetes.
A outra reprise é a palhaçada protagonizada por Collor, amiguinho do PT, que reagiu, como era de se esperar, da tribuna do Senado, às acusações que pesam contra si, chamando o Procurador Geral de República de nada mais, nada menos, que "filho da puta".
É assim que ele "se defende". È um filhinho-do-papai, mimadinho, que fica nervoso quando contrariado, mas é um perigo. A reincidência no crime nos comprova isso, além de apresentar todos os sinais de sociopatia.
Entretanto, o Senado não pode permitir que um membro de sua grei possa impunemente dizer um palavrão desse nível, do alto de sua tribuna! Se isso não for quebra de decoro, nada mais o será. Fica tudo liberado então.


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