O programa "Minha casa, minha vida" deve ter sido inspirado nos sonhos da família do Exu em possuir ao menos um imóvel. Eles nunca são donos de nada!
Lula morou durante quase 10 anos, de graça, em uma casa de seu amigo Roberto Teixeira.
Denunciado à direção do PT, em 1997, pelo ex-amigo e também membro do partido, Paulo de Tarso Venceslau, Lula teve que se defender da acusação de tráfico de influência nas prefeituras do PT a uma Comissão Especial, constituída por Hélio Bicudo, José Eduardo Cardozo e André Singer.
Já nessa época, a comissão recomendou a abertura de um processo ético-disciplinar contra Roberto Teixeira: "Efetivamente o próprio Roberto Teixeira avalia que, em alguma medida, a sua conduta fugiu dos rígidos padrões éticos que o Partido dos Trabalhadores espera ser seguido por qualquer dos seus militantes".
Nem uma palavra sobre Lula, mas, apesar dessa omissão, era ainda uma época de inocência, em que muitos dos militantes continuavam crendo na aura de idoneidade e seriedade que a propaganda do partido fazia divulgar. O que ninguém sabia é que as sementes do Mal já estavam, de há muito, lá dentro, no centro, no Diretório, no próprio símbolo desse partido. A prova disso está na decisão da direção do PT que inocentou Teixeira e expulsou Venceslau, o denunciante.
Continuando a saga imobiliária, em 1998 a Folha noticiou que Lula adquirira um apartamento de cobertura de 186 m² em São Bernardo. Foi para lá que ele se mudou, deixando a casa cedida pelo amigo. A compra desse imóvel também foi alvo dessa mesma investigação no partido e, em plena campanha à presidência, Lula teve que explicar à imprensa, o motivo de um depósito de 36 mil reais feito por Teixeira em sua conta. Disse que teria sido o pagamento por um carro vendido a ele. Então, tá!
O apreço da família Lula da Silva pelos imóveis dos outros não se limita ao seu apoio ao MST ou ao MSTS ou que tais, eles também gostam muito de morar de graça! Em imóveis caros, claro!
O sítio em Atibaia, utilizado por Lula para receber políticos e fazer conchavos, não pertence a ele. Pertence aos empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar que, por coincidência, são sócios de Fábio Luis da Silva, o Lulinha, que mora também de favor em um apartamento de Suassuna, avaliado em 6 milhões.
Outro filho de Lula, Luís Cláudio, recentemente investigado pela PF, também mora de graça em um apartamento em região nobre de S.Paulo e que pertence a ...Roberto Teixeira!
As coincidências são enormes e os nomes se repetem, assim como as relações nebulosas relacionadas com atividades suspeitas, quando não francamente criminosas. Que azar tem esses petistas! Todos os seus amigos, muito ricos, por sinal, acabam se envolvendo de um modo ou de outro com a corrupção!
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
domingo, 1 de novembro de 2015
Petismo: o melhor negócio do mundo
Ser petista é o melhor negócio do mundo! Vejam bem, antes de participarem do governo, Lula, Dirceu, Palocci, Erenice Guerra, Pimentel e outros de menor coturno eram pobres ou remediados, como se dizia antigamente. De Lula todos sabemos a origem nordestina, retirante, pobre como Jó quando chegou a S.Paulo. Sua história já foi contada e cantada em verso e prosa; e até em filme, a segunda mais cara produção brasileira até hoje, devidadamente patrocinada pelas empreiteiras Odebrecht, Camargo Corrêa e OAS, empresas que até então nunca tinham colocado um tostão na cinematografia nacional.
Pois bem, o ex-pobre retirante se deu muito bem na vida. Só depois que deixou o governo faturpu 27 milhões de reais em palestras. Sua empresa, chamada de Instituto, movimentou 52 milhões de 2011 a 2015, segundo o Coaf (órgão do governo, subordinado ao Ministério da Fazenda).
O Palocci não fica atrás. Não era pobretão, mas ficou mutilmilionário depois que saiu do governo. Movimentou 216 milhões de 2008 a 2015. Erenice Guerra, outra sumidade finaneira, faturou 26 milhões. Pimentel é mais modesto, só faturou 3,1 milhões, coitado!
E o Dirceu faturou consultorias mesmo estando na Papuda, o que prova que a capacidade gerencial dessa gente, depois que faz um curso de pós-graduação no PT, supera qualquer MBA que exista por aí.
Não há melhor negócio do que esse de dar consultorias e palestras! Mas não pode ser qualquer um. Que Harvard, que Stanford, que nada! Tem que ser graduado naquele partido, o maior formador de milionários do mundo.
Deve ser por isso que eles adotam o lema de combate à pobreza. Isso é a prova irrefutável que eles dizem a verdade!
Pois bem, o ex-pobre retirante se deu muito bem na vida. Só depois que deixou o governo faturpu 27 milhões de reais em palestras. Sua empresa, chamada de Instituto, movimentou 52 milhões de 2011 a 2015, segundo o Coaf (órgão do governo, subordinado ao Ministério da Fazenda).
O Palocci não fica atrás. Não era pobretão, mas ficou mutilmilionário depois que saiu do governo. Movimentou 216 milhões de 2008 a 2015. Erenice Guerra, outra sumidade finaneira, faturou 26 milhões. Pimentel é mais modesto, só faturou 3,1 milhões, coitado!
E o Dirceu faturou consultorias mesmo estando na Papuda, o que prova que a capacidade gerencial dessa gente, depois que faz um curso de pós-graduação no PT, supera qualquer MBA que exista por aí.
Não há melhor negócio do que esse de dar consultorias e palestras! Mas não pode ser qualquer um. Que Harvard, que Stanford, que nada! Tem que ser graduado naquele partido, o maior formador de milionários do mundo.
Deve ser por isso que eles adotam o lema de combate à pobreza. Isso é a prova irrefutável que eles dizem a verdade!
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Revolucionário sou eu!
Lula tem o direito de se defender e defender seus filhos, como todo mundo. Exercendo essa defesa ele pode falar o que quiser, o que lhe der na telha, até mesmo as mentiras mais deslavadas, como lhe garante a Constituição. Isso não quer dizer, entretanto, que a sociedade brasileira tenha que engolir as lorotas.
Lula foi muito eficaz em inventar o mito de si mesmo. Isso será assunto para futuros sociólogos, despidos da paixão ideológica, destrincharem. Até gente que se considera inteligente "comprou" essa narrativa como se fosse verdade. O petismo, a militância religiosa do PT, se encarregou de reafirmar esse mito e combater os que dele descriam ou criticavam, caracterizando-os como burgueses preconceituosos que não admitiriam uma pessoa vinda "de baixo" chegar ao poder. Como se o fato de "vir de baixo" conferisse uma aura de santidade ao indivíduo. Assim, deixamos a narrativa mitológica transformar um reles sindicalista, pelegão dos mais espertos, nesse santo político que até pouco tempo muita pouca gente ousava criticar.
Isso só pode ser explicado pela nossa má consciência. Somos um país de excluídos, temos uma enorme população que vive à margem: à margem da saúde, à margem da educação, e, consequentemente, à margem do mercado de trabalho. Os nossos intelectuais sentem esse peso. Reconhecem a realidade e sentem culpa. Especialmente por desfrutarem das benesses que o dinheiro e a cultura proporcionam e não fazerem muito para mudar as coisas. Mas fazem tudo para mudar o peso de suas consciências. Isso significa apoiar incondicionalmente um partido que promete resgatar essa população excluída. Mesmo que esse partido esteja mentido e só queira usar essa massa para se perpetuar no poder. Fingem que ignoram essa parte. Fingem que acreditam.
Caso contrário seria exigido deles, os intelectuais, que arregaçassem as mangas e assumissem uma luta política real para que as coisas mudem nesse país. Isso os tiraria do conforto da revolta teórica, dos discursos acadêmicos regados a Foulcault e vinhos franceses.
Revolucionários são aqueles que lutam contra uma burocracia infernal e corrupta para tentar produzir alguma coisa que sustente famílias, que gere prosperidade e proporcione meios às pessoas para realmente mudarem de vida. Esses anônimos revolucionários estão por aí em toda parte. Com micro, pequenas e médias pequenas empresas enfrentando o diabo para sustentar uma carga tributária escorchante e injusta e ainda conseguir manter a empresa de pé. Revolucionários são os que pagam ISS, IR, Contribuição Social, PIS, COFINS, FGTS, ICMS, IPI, abono de férias, multa por rescisão de contrato de trabalho, e outras gracinhas institucionais. Revolucionários são os professores das escolas publicas enfrentando, sem reconhecimento, o descaso absoluto das autoridades e os traficantes de droga dos bairros. São os profissionais da saúde cuja remuneração aviltante não os impede de tratar o ser humano que os procura com respeito e dignidade.
Esses, que vestem a camisa vermelha e batem no peito cantando glórias às suas supostas "virtudes" e chamando os demais de burgues, não tem nada de revolucionário. Ao contrário, hoje sabemos qual era o verdadeiro interesse desses esquerdistas. Mesmo que Lula insista em tentar preservar o que ainda resta do mito, o país inteiro já sabe qual era o seu verdadeiro interesse quando atravessou as portas do sindicato, do partido e depois do Planalto.
Revolucionário, Lula, sou eu que nunca mamei nas tetas do Estado. O resto é conversa fiada.
Lula foi muito eficaz em inventar o mito de si mesmo. Isso será assunto para futuros sociólogos, despidos da paixão ideológica, destrincharem. Até gente que se considera inteligente "comprou" essa narrativa como se fosse verdade. O petismo, a militância religiosa do PT, se encarregou de reafirmar esse mito e combater os que dele descriam ou criticavam, caracterizando-os como burgueses preconceituosos que não admitiriam uma pessoa vinda "de baixo" chegar ao poder. Como se o fato de "vir de baixo" conferisse uma aura de santidade ao indivíduo. Assim, deixamos a narrativa mitológica transformar um reles sindicalista, pelegão dos mais espertos, nesse santo político que até pouco tempo muita pouca gente ousava criticar.
Isso só pode ser explicado pela nossa má consciência. Somos um país de excluídos, temos uma enorme população que vive à margem: à margem da saúde, à margem da educação, e, consequentemente, à margem do mercado de trabalho. Os nossos intelectuais sentem esse peso. Reconhecem a realidade e sentem culpa. Especialmente por desfrutarem das benesses que o dinheiro e a cultura proporcionam e não fazerem muito para mudar as coisas. Mas fazem tudo para mudar o peso de suas consciências. Isso significa apoiar incondicionalmente um partido que promete resgatar essa população excluída. Mesmo que esse partido esteja mentido e só queira usar essa massa para se perpetuar no poder. Fingem que ignoram essa parte. Fingem que acreditam.
Caso contrário seria exigido deles, os intelectuais, que arregaçassem as mangas e assumissem uma luta política real para que as coisas mudem nesse país. Isso os tiraria do conforto da revolta teórica, dos discursos acadêmicos regados a Foulcault e vinhos franceses.
Revolucionários são aqueles que lutam contra uma burocracia infernal e corrupta para tentar produzir alguma coisa que sustente famílias, que gere prosperidade e proporcione meios às pessoas para realmente mudarem de vida. Esses anônimos revolucionários estão por aí em toda parte. Com micro, pequenas e médias pequenas empresas enfrentando o diabo para sustentar uma carga tributária escorchante e injusta e ainda conseguir manter a empresa de pé. Revolucionários são os que pagam ISS, IR, Contribuição Social, PIS, COFINS, FGTS, ICMS, IPI, abono de férias, multa por rescisão de contrato de trabalho, e outras gracinhas institucionais. Revolucionários são os professores das escolas publicas enfrentando, sem reconhecimento, o descaso absoluto das autoridades e os traficantes de droga dos bairros. São os profissionais da saúde cuja remuneração aviltante não os impede de tratar o ser humano que os procura com respeito e dignidade.
Esses, que vestem a camisa vermelha e batem no peito cantando glórias às suas supostas "virtudes" e chamando os demais de burgues, não tem nada de revolucionário. Ao contrário, hoje sabemos qual era o verdadeiro interesse desses esquerdistas. Mesmo que Lula insista em tentar preservar o que ainda resta do mito, o país inteiro já sabe qual era o seu verdadeiro interesse quando atravessou as portas do sindicato, do partido e depois do Planalto.
Revolucionário, Lula, sou eu que nunca mamei nas tetas do Estado. O resto é conversa fiada.
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