quinta-feira, 10 de março de 2016

São muitas emoções!

O rally emocional do impeachment está sensacional! A cada golpe que os canalhas tentam aplicar no Ministério Público, recebem uma bordoada de volta que os deixa tontos e desbaratados.

Esse rally tem várias etapas e uma das mais significativas, porque carregada de simbolismo, é o pedido de prisão preventiva do Exu Nove Dedos. Estamos vivendo uma emoção após a outra. Daqui a pouco estaremos comemorando a prisão do calhorda; logo depois a deposição da Anta e também a sua prisão.

Precisamos disso! Merecemos isso! Está na hora de virar essa página suja e malcheirosa e começarmos a construir um novo país. Com ética, com responsabilidade, com espírito público, com menos mentiras e menos blá-blá-blá. O povo está tomando as rédeas, sem pedir a ajuda a nenhum partido político, até mesmo os rejeitando (já que não cumpriram o seu papel). Os partidos deveriam se preocupar com isso, perceber que não têm mais nenhuma mensagem para o povo e ninguém deposita neles credibilidade. Isso é ruim, porque a política institucional, até que inventemos algo melhor, tem que ser exercida pelos partidos. Se o  povo rejeita os partidos, como se fará o dia-a-dia da política? Como se farão as leis? Quem exercerá o poder Legislativo?  São perguntas que, mais cedo ou mais tarde, terão que ser respondidas.

Agora entretanto está na hora do povo, da alegria do povo. O povo nas ruas está demonstrando que não queremos viver em um país corrupto, não queremos viver em um país governado por traidores e mentirosos. Estamos dando o recado, mais uma vez. No dia 13 isso ficará mais do que claro e explícito. São muitas as emoções!

terça-feira, 8 de março de 2016

O sumiço dos emails

Os emails do Marcelo Odebrecht, ex-presidente da maior empreiteira do país, muti-nacional com faturamento bilionário, sumiram...Simplesmente sumiram, desapareceram sem deixar rastros, sem backup nos servidores do Panamá. Os emails de Fernando Migliaccio e Hilberto Mascarenhas, diretores da Odebrecht e operadores das offshores e das contas externas, também escafederam-se.
Isso é um caso muito sério de segurança. Imagine se isso acontece com um projeto inteiro, uma obra no Itaquerão por exemplo. É por isso que cai.

Do outro lado, e na mesma linha de conduta, a trupe do João Santana esqueceu os celulares e os computadores na República Dominicana. Francamente, isso já é deboche. Essa gente se julga acima da Justiça e acha que pode fazer o que quiser. Resta à Justiça tomar providências contra essa cara de pau, ou então,  a Polícia Federal, o Ministério Público e a própria Justiça estarão desmoralizados.

Evidentemente, todos os acusados tem o direito de se defender, mas a defesa não é um vale-tudo. A defesa tem que se apoiar na demonstração de que os fatos acusatórios não se sustentam, mas não pode ser calcada em ilegalidades, tais como a destruição ou ocultação de provas, ou obstrução à investigação. Isso não é defesa. É sabotagem!

Portanto, o desaparecimento de emails, celulares e notebooks deve ser considerado como uma confissão de culpa e tornar-se um fator agravante a ser considerado nas eventuais sentenças. É preciso que se consolide, de uma vez no país, a noção de que o tempo da impunidade está definitivamente enterrado no passado. Pelo menos esse benefício o PT nos deixará como herança.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Tempo de murici

O teto do Itaquerão caiu! A usina de Pasadena pegou fogo! O mar não está pra peixe para dona Dilma e seu coroné, não! Pelo jeito, estão os dois numa sinuca de bico e não sabem qual é a saída, porque não tem saída para eles. A saída é o xilindró, a cadeia, a penitenciária!

É por isso que estão se abraçando! Os dois entraram juntos nessa lama e juntos vão se afogar nela. Pensavam eles que podiam fazer o que quisessem? Que podiam surrupiar uma nação inteira para satisfazer seu projetinho megalômano de poder? Pois bem, a vaca foi pro brejo. A nação se cansou deles, se enojou deles, se indignou com eles e está dizendo: Basta!

Para dona Dilma a ficha só começou a cair agora. Ela é lenta mesmo em absorver as coisas. Mas está cada vez mais isolada. Deve andar como uma alma penada, cambaleando pelos corredores do Alvorada à noite, falando sozinha. No dia seguinte, convoca uma reunião de emergência, com a meia dúzia de amarra-cachorros, que, se pudessem, já estariam correndo pra longe dali.
Reunião de emergência para quê? Vão resolver o quê? Alguém tem alguma ideia do que fazer? Melhor seria, que a aconselhassem - se tivessem coragem para tanto -  a largar o osso de uma vez e poupar a nação de mais 2 ou 3 meses de desgaste. O final da história já está escrito. É inevitável! Será o mesmo, agora ou daqui a 3 meses.
Só que a nação não mereceria ter que passar ainda por mais um trimestre de angústia e problemas.

Eu não acreditava jamais na hipótese da renúncia, mas agora começo a vislumbrar essa possibilidade.
Com a condução do seu chefe, sob vara, para depor, acho que ela mudou de ideia. Viu que com o juiz Sérgio Moro e o Ministério Público não se brinca. E o STF, que é quem a julgaria, está acuado pela opinião pública e pelos exemplos de coragem, honradez e patriotismo da força-tarefa da Lava Jato. A dona tremeu e correu para o colo do chefe, mas percebeu que o chefe está mais preocupado em tentar salvar a própria pele. Em tempo de murici, cada um cuida de si, diz o velho ditado.
Portanto, me parece que ela agora está só escolhendo o pretexto, o momento ou tentando negociar uma barganha que a livre de um grande processo caso abra mão dos 2 anos e meio de mandato. É mais ou menos como uma "renúncia premiada". A questão é: negociar com quem? Com o Congresso em pé de guerra? Com o Judiciário? Com a oposição?  Michel Temer poderia costurar um acordo que, em nome da governabilidade, blá, blá, blá, estaria formando um governo de transição e de união nacional para tirar o país da crise. E, nesse ponto, em troca de uma renúncia, haveria o prêmio de um processo menos pesado e/ou uma pena mais leve. Tudo é possível!





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